quinta-feira, 26 de maio de 2011

Alonso lidera treino e confirma dia de bons resultados em Mônaco

Max Rossi/Reuters
    
     Fernando Alonso foi o mais rápido em Monte Carlo com uma volta em 1min15s123, à frente de Lewis Hamilton e Nico Rosberg. Button foi o quarto, com Vettel ocupando a posição seguinte. Felipe Massa terminou a sessão em sexto.

     No primeiro teste desta quinta, Sebastian Vettel já pôde ver que a Ferrari de Alonso estava veloz. A vida do atual campeão mundial e líder desta temporada não foi fácil, pois o rival espanhol sempre o ameaçou. O piloto da Ferrari deu trabalho e ficou 0s113 atrás do adversário. Na segunda parte do treino, Alonso melhorou ainda mais para ser o mais veloz do dia.

      Nico Rosberg também pode comemorar, já que conseguiu levar a Mercedes para a terceira colocação nos dois testes. Rubens Barrichello teve problemas e ficou apenas na 13ª posição, mesma posição que havia conseguido no primeiro treino. Pelo menos, o brasileiro foi melhor que para o companheiro de equipe, Pastor Maldonado, em 15º.

     Decepção na manhã de Mônaco após enfrentar problemas com a caixa de marcha da sua Red Bull, completar apenas três voltas e não definir tempo, Mark Webber conseguiu andar. O australiano se recuperou de um dia ruim ao ficar na oitava colocação.

Fernando Alonso em Monte Carlo (2010): justo quando a pole.......


 . Foto: AP

     Após duas sessões de domínio de Fernando Alonso nos treinos livres para o Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 (2010), Robert Kubica foi o responsável por desbancar o espanhol na terceira atividade, que abriu os trabalhos de sábado no circuito de Monte Carlo. Nos minutos finais, o polonês deu à Renault o melhor tempo do final de semana, sendo ajudado, no entanto, por uma batida que tirou da pista o espanhol da Ferrari no momento em que liderava. Seu companheiro na escuderia de Maranello, o brasileiro Felipe Massa, se recuperou dos seguidos maus resultados e terminou em 2º.
 
     Dono das melhores marcas na pista até aquele momento, Alonso dominava a atividade com tempo de 1min16s266 quando perdeu o controle de seu carro e abandonou o treino, deixando aberto o caminho para seus concorrentes. Sem o espanhol na pista, Kubica cravou 1min14s806, seguido por Massa (1min14s852) e Mark Webber, da Red Bull (1min14s945).


Fonte: Terra

Wolfgang von Trips em Zandvoort (1961): trigésima primeira vitória da Ferrari

    

     A temporada 1961 de Fórmula 1 foi marcada pelo ressurgimento da Ferrari e o primeiro título de um piloto norte-americano, Phil Hill.

     Mas ela também foi caracterizada por um novo desastre. Companheiro de Hill, o piloto alemão Wolfang von Trips sofreu um acidente no GP da Itália que lhe tirou a vida e de outros quatorze espectadores.

     Von Trips estava na luta pelo título quando o acidente aconteceu. Ele terminou o campeonato há apenas um ponto do colega de equipe.
     
     Depois de uma longa espera, os amantes da Formula 1, naquela temporada de 1961, iriam ter em menos de uma semana duas corridas. Depois de Monte Carlo, onde Stirling Moss bateu os Ferrari numa demonstração memórável, máquinas e pilotos rumaram a Zandvoort, apenas seis dias depois da demonstração do piloto britânico no Lotus 18 pertencente à Rob Walker Racing Team.

     Na lista de inscritos haviam entradas e substituições em relação à prova monegasca. Colin Chapman substituia Innes Ireland, ainda machucado do seu acidente nos treinos, pelo seu compatriota Trevor Taylor. Quinze pilotos iriam alinhar na prova holandesa, mais duas inscrições de reserva para Masten Gregory e Ian Burgess. E os inscritos eram praticamente os mesmos de Mônaco, excetuando-se o quarto Porsche, da local Ecurie Maasbergen, guiado pelo Conde Carel Codin de Beaufort.



     E se em Mônaco, o traçado estreito deu possibilidades a Lotus de Stirling Moss, em Zandvoort houve o dominio da Ferrari: Phil Hill fez a pole-position, seguido pelo alemão Wolfgang Von Trips, e outro americano, Richie Ginther, ficou com o terceiro posto. Na segunda fila ficou o Lotus de Stirling Moss e o BRM de Graham Hill, enquanto que na terceira estava o Porsche de Dan Gurney, o Cooper de Jack Brabham e o segundo BRM de Tony Brooks. Fechando o "top ten" ficou o Cooper de John Surtees e o Lotus de Jim Clark.

     A corrida começa com Von Trips sendo melhor do que Phil Hill, que caiu para o terceiro posto quando foi ultrapassado pelo BRM de Graham Hill. O piloto britânico era o terceiro no final da primeira volta, mas cedo perdeu posições para Phil Hill e Jim Clark, que no seu Lotus, fazia uma corrida do fim do grid para a frente. Quarto no final da primeira volta, passa o piloto do BRM e começa um duelo pelo segundo lugar com Phil Hill. Ao longo das várias voltas, os dois pilotos pilotos duelaram pela segunda posição. Atrás, Graham Hill era pressionado pelo Lotus de Moss e o Ferrari de Ginther, mas no final, o americano levou a melhor, pois o piloto do BRM atrasou-se.


     Na frente, Wolfgang Von Trips estava imperturbável, a caminho da primeira vitória alemã desde 1939. Nas últimas voltas, o alemão abrandou o seu ritmo e Hill apanhou-o, mas ficou atrás dele, numa espécie de chegada cerimonial. Von Trips em primeiro, Hill em segundo. Jim Clark era terceiro, no seu Lotus, seguido por Stirling Moss, que batera in extremis o Ferrari de Ginther e o Cooper de Jack Brabham.



     Para finalizar, esta foi uma corrida única: nenhum dos carros presentes foram para os boxes, e todos os quinze pilotos presentes chegaram ao fim do GP. Algo unico que só voltaria a ser repetido no século XXI.

Fonte: http://continental-circus.blogspot.com/2011/05/gp-memoria-holanda-1961.html


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Schumacher em Shanghai (2005): colisão com Albers na volta de apresentação


     A temporada de 2005 da Fórmula 1 definitivamente não foi boa para Michael Schumacher. O alemão venceu apenas uma vez e viu o espanhol Fernando Alonso, então na Renault, alcançar sete triunfos e sagrar-se campeão com sobras. O Grande Prêmio da China, último daquele ano, simboliza bem a temporada atípica do heptacampeão. Após garantir a sexta posição no treino classificatório de sábado, o alemão viu tudo piorar ainda na volta de apresentação, quando seu carro chocou-se contra a Minardi do holandês Christijan Albers. Ambos tiveram de largar dos boxes.


     Na 20ª volta, o ferrarista abandonou uma prova pela sexta vez naquela temporada.

Phil Hill em Monza (1960) trigésima vitória da Ferrari


     A temporada 1960 foi de afirmação dos motores Climax, com  seis vitórias da Cooper e  duas da Lotus.Ambas as equipes dominaram o campeonato e a Cooper foi o destaque mais uma vez. A escuderia faturou o título de constutores e fez as duas primeiras posições no mundial de pilotos.

     Além disso, o sistema de pontuação mudou. Agora o sexto colocado passava a ganhar 1 ponto. Essa era também a última temporada na qual as 500 milhas de Indianápolis seriam disputadas.

     Para a Ferrari, atemporada foi bastante complicada. A equipe triunfou, apenas na prova italiana.

     Três semanas depois do GP de Portugal, Jack Brabham tinha o título mundial nas mãos, logo, as duas provas finais, a de Monza e de Riverside, nos Estados Unidos, não serviam mais do que para cumprir calendário. Assim sendo, quando a organização do GP italiano decidiu apresentar a versão de Monza que incluia o circuito normal e a oval, no total de dez quilómetros, a Cooper, BRM e a Lotus decidiram não participar, alegando as más condições de segurança.
    
     Com este anuncio, praticamente a corrida seria um passeio para a Ferrari, que não se fez de rogada, inscrevendo quatro carros para os americanos Phil Hill e Richie Ginther, o belga Willy Mairesse e o alemão Wolfgang Von Trips, este último num modelo de Formula 2. Todos os carros eram modelos D 246 de motor à frente, absolutamente obsoletos em relação aos Cooper e Lotus de motor traseiro. Mas não seriam só os Ferrari que iriam correr em Monza. A Porsche inscrevia dois carros para Hans Hermann e Edgar Barth, enquanto que havia quatro Coopers: dois da Scuderia Centro Sud, para Alfonso Thiele e Guido Scarlatti, e outros dois carros da Scuderia Castelloti, com motores Castelotti para os italianos Guido Cabianca e Gino Munaron.


     Havia também inscrições privadas. Um Behra-Porsche, utilizado pelo americano Fred Gamble, um Maserati 250 F inscrito pelo britânico Horace Gould, um JBW-Maserati para Brian Naylor, e quatro Cooper-Climax privados para o alemão Wolfgang Seidel, para o italiano Piero Drogo e para os britânicos Vic Wilson e Arthur Owen. Ao todo, estavam presentes dezesseis carros, dos quais, Horace Gould não participou na partida, devido a problemas mecânicos.

     Nos treinos, os Ferrari dominaram: Hill, Ginther e Mairesse ficaram com a primeira linha do grid, seguido do Cooper-Castelotti de Cabianca e o Cooper-Maserati de Scarlatti, enquanto que na terceira fila ficaram o Ferrari de Von Trips, o JBW de Naylor, e o segundo Cooper-Castelotti de Munaron, e para fechar o "top ten" tínhamos o Cooper-Maserati de Thiele e o Porsche de Hermann.
 
 
     A corrida não foi mais do que um passeio da Ferrari. Nas cinquenta voltas ao circuito, os Ferrari dominaram, com Hill sempre na frente, depois de no inicio Ginther ter-se retirado da liderança. Mais atrás, Mairesse teve de reduzir a velocidade do seu carro devido a ordens de equipe, que queriam que ele "rebocasse" o carro de Von Trips, que tentava se afastar dos Porsches. Quando isso aconteceu, Mairesse aumentou o ritmo e apanhou o Cooper-Castelotti de Cabianca, que era terceiro e ficou com um lugar no pódio.


     Assim, a ordem nos treinos foi respeitada e Phil Hill tornou-se no final da corrida, o primeiro americano a vencer um Grande Prémio de Formula 1, e também o último piloto de um carro com motor à frente a vencer. Ginther foi segundo e Mairesse o terceiro, a uma volta do vencedor. Nos restantes lugares pontuáveis ficaram o Cooper-Castelotti de Guido Cabianca, que conseguiria os unicos pontos na Formula 1, o Ferrari de Von trips e o Porsche de Hans Hermann.
 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Ferrari anuncia mudanças após resultados ruins no início da temporada

Ferrari enfrenta dificuldades neste início de temporada e anunciou mudanças em sua dretoria

     O desempenho discreto da Ferrari nas primeiras provas desta temporada provocou mudanças na diretoria da equipe. Nesta terça-feira, a escuderia italiana confirmou mudanças em seu quadro de diretores.

    Aldo Costa deixou o cargo de diretor técnico. De acordo com a Ferrari, ele “assumirá novas responsabilidades dentro da companhia” e, com isso, permanece na equipe.

      Além disso, a escuderia italiana divulgou modificações em três áreas. Pat Fry se tornou o diretor do departamento de chassis. Corrado Lanzone agora está a cargo da produção. Luca Marmorini cuida da parte eletrônica. Os três reportam diretamente a Stefano Domenicali, chefe da equipe.

     Nas cinco primeiro corridas do ano, o melhor resultado da Ferrari foi o terceiro lugar obtido por Alonso no GP da Turquia. No último domingo, no GP da Espanha, a equipe teve um desempenho decepcionante.

     Alonso chegou a liderar as primeiras voltas. No entanto, perdeu rendimento na parte final da prova, tomou uma volta do vencedor Sebastian Vettel e terminou a prova em quinto. Já Felipe Massa, com problemas no câmbio, não completou a corrida.

Fonte:http://esporte.uol.com.br/f1/ultimas-noticias/2011/05/24/

Massa admite que não esperava sofrer como sofreu no GP da Espanha


     O piloto Felipe Massa, da Ferrari, declarou nesta terça-feira que sua escuderia não esperava sofrer como sofreu no domingo passado, no Grande Prêmio da Espanha, com os pneus que a Pirelli introduziu para esta corrida.

     "Esperávamos ter ido bem melhor, mas tivemos o primeiro problema técnico do ano. Sabíamos que nossos rivais iam estar muito fortes em Barcelona, já que nosso carro não é tão eficiente na aerodinâmica", afirmou o brasileiro em seu blog no site da Ferrari.

     "O que não esperávamos era sofrer como sofremos com os pneus duros que a Pirelli levou para esse Grande Prêmio. Já tivemos dificuldades com eles, com o carro anterior", acrescentou Massa.

     O piloto brasileiro ainda falou da corrida em si e insistiu que depois que a escuderia trocou para os pneus duros, tudo ficou mais difícil.

      "Eu consegui lutar com a Mercedes e superar, assumindo a sexta colocação. Mas depois, quando colocamos os pneus duros, era praticamente impossível dirigir o carro", disse.

     "Portanto, fui perdendo posições progressivamente e quando faltavam poucas voltas fiquei parado na pista, porque não podia acionar o câmbio", declarou.

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