terça-feira, 28 de junho de 2011

Schumacher no Brasil (2002): essa não deu Montoya!!!


     O domingo amanheceu com muito sol em Interlagos, que poucas horas depois testemunharia uma das provas mais conturbadas da F-1 em 2002.

     Ainda no warm-up, o brasileiro Enrique Bernoldi se acidentou na saída do “S” do Senna, próximo ao local em que o Medical Car se encontrava estacionado. O piloto do carro de apoio, Alex Dias Ribeiro, se preparava para sair do veículo quando Nick Heidfeld surgiu desgovernado e destruiu a porta da perua Mercedes-Benz. Dias Ribeiro escapou ileso.


    As emoções continuaram na largada. Michael Schumacher ultrapassou Juan Pablo Montoya para assumir a liderança, mas logo foi tocado pelo colombiano. Montoya acabou levando a pior e perdeu o bico de sua Williams, caindo para o último lugar.



     No final, Michael venceu o GP do Brasil e Montoya chegou em quinto lugar. 


segunda-feira, 27 de junho de 2011

20 fiascos de pilotos em equipes grandes na F1

Alain Prost, apesar de ter conquistado quatro vezes a Fórmula 1 ao longo da carreira, frustrou quem acreditava que ele poderia brilhar na Ferrari. Contratado pela escuderia italiana em 1990, logo após ter conquistado o tri em 1989 a bordo da McLaren, o francês foi vice-campeão na temporada de estreia, mas no ano seguinte não conseguiu nenhuma vitória e foi demitido após reclamar publicamente da equipe e do carro. Veja a seguir outros 19 fiascos de pilotos em grandes escuderias da F1.  Foto: Getty Images

     Alain Prost, apesar de ter conquistado quatro vezes a Fórmula 1 ao longo da carreira, frustrou quem acreditava que ele poderia brilhar na Ferrari. Contratado pela escuderia italiana em 1990, logo após ter conquistado o tri em 1989 a bordo da McLaren, o francês foi vice-campeão na temporada de estreia, mas no ano seguinte não conseguiu nenhuma vitória e foi demitido após reclamar publicamente da equipe e do carro.

Bicampeão pela Renault em 2005 e 2006, o espanhol Fernando Alonso foi a grande novidade da temporada 2007 ao fechar com a McLaren. No carro prateado inglês, entretanto, o asturiano não teve um bom comportamento: reclamou dos privilégios dados ao então novato Lewis Hamilton e teve o contrato rescindido, retornando no ano seguinte ao time francês.  Foto: Getty Images

     Bicampeão pela Renault em 2005 e 2006, o espanhol Fernando Alonso foi a grande novidade da temporada 2007 ao fechar com a McLaren. No carro prateado inglês, entretanto, o asturiano não teve um bom comportamento: reclamou dos privilégios dados ao então novato Lewis Hamilton e teve o contrato rescindido, retornando no ano seguinte ao time francês.

O italiano Andrea de Cesaris chegou à McLaren em 1981 e teve uma campanha pífia com a escuderia inglesa. Ao longo da temporada, ele conseguiu somente um ponto e não prosseguiu no time no ano seguinte.   Foto: Getty Images

     O italiano Andrea de Cesaris chegou à McLaren em 1981 e teve uma campanha pífia com a escuderia inglesa. Ao longo da temporada, ele conseguiu somente um ponto e não prosseguiu no time no ano seguinte.

O italiano Ivan Capelli nunca tinha brilhado na Fórmula 1 entre 1985 e 1991, mas foi a aposta da Ferrari para 1992 e não correspondeu. Teve um desempenho péssimo, não subiu ao pódio em nenhuma etapa, abandonou a maioria das provas que disputou e acabou dispensado.   Foto: Getty Images

     O italiano Ivan Capelli nunca tinha brilhado na Fórmula 1 entre 1985 e 1991, mas foi a aposta da Ferrari para 1992 e não correspondeu. Teve um desempenho péssimo, não subiu ao pódio em nenhuma etapa, abandonou a maioria das provas que disputou e acabou dispensado.

O então jovem inglês Jenson Button foi contratado pela Benetton em 2001 depois de ter estreado pela Williams na temporada anterior e não deixou boa impressão na equipe. Ele chegou a ser chamado de playboy pelos diretores da escuderia e deixou o time em 2002.   Foto: Getty Images

     O então jovem inglês Jenson Button foi contratado pela Benetton em 2001 depois de ter estreado pela Williams na temporada anterior e não deixou boa impressão na equipe. Ele chegou a ser chamado de playboy pelos diretores da escuderia e deixou o time em 2002.

O escocês Johnny Dumfries pagou para correr pela Lotus em 1986 e ser companheiro de Ayrton Senna, mas não levou mais que dinheiro para a equipe. Enquanto o brasileiro foi o quarto colocado da temporada, o britânico ficou no 13º lugar, com inúmeros abandonos e nenhum pódio.  Foto: Getty Images

     O escocês Johnny Dumfries pagou para correr pela Lotus em 1986 e ser companheiro de Ayrton Senna, mas não levou mais que dinheiro para a equipe. Enquanto o brasileiro foi o quarto colocado da temporada, o britânico ficou no 13º lugar, com inúmeros abandonos e nenhum pódio.


Promessa do automobilismo naquela época, o finlandês Heikki Kovalainen foi para a McLaren em 2008 com o aval do bicampeão e compatriota Mikka Hakkinen para substituir Kimi Raikkonen. Mas o nórdico nunca conseguiu acompanhar o ritmo de Lewis Hamilton nas duas temporadas no time inglês e acabou indo para a Lotus em 2010  Foto: Getty Images

     Promessa do automobilismo naquela época, o finlandês Heikki Kovalainen foi para a McLaren em 2008 com o aval do bicampeão e compatriota Mikka Hakkinen para substituir Kimi Raikkonen. Mas o nórdico nunca conseguiu acompanhar o ritmo de Lewis Hamilton nas duas temporadas no time inglês e acabou indo para a Lotus em 2010.

O americano Michael Andretti foi contratado em 1993 para formar dupla com Ayrton Senna na McLaren, mas não foi capaz de sequer terminar a temporada. Ele acabou demitido durante o ano e sendo substituído pelo finlandês então piloto de testes Mika Hakkinen.    Foto: Getty Images

     O americano Michael Andretti foi contratado em 1993 para formar dupla com Ayrton Senna na McLaren, mas não foi capaz de sequer terminar a temporada. Ele acabou demitido durante o ano e sendo substituído pelo finlandês então piloto de testes Mika Hakkinen.

O italiano Giancarlo Fisichella fazia uma temporada até certo ponto surpreendente em 2009, quando recebeu o convite da Ferrari para substituir o brasileiro Felipe Massa, afastado para se recuperar do grave acidente sofrido na Hungria. O veterano piloto, que havia sido segundo colocado na Bélgica com uma Force India, assumiu o controle do carro vermelho e foi decepcionante: nem pontuar conseguiu.   Foto: Getty Images

     O italiano Giancarlo Fisichella fazia uma temporada até certo ponto surpreendente em 2009, quando recebeu o convite da Ferrari para substituir o brasileiro Felipe Massa, afastado para se recuperar do grave acidente sofrido na Hungria. O veterano piloto, que havia sido segundo colocado na Bélgica com uma Force India, assumiu o controle do carro vermelho e foi decepcionante: nem pontuar conseguiu.

 Antes de Fisichella, a Ferrari havia promovido o eterno piloto de testes Luca Badoer para o posto de Massa. O veterano, então com 38 anos, foi decepcionante: obteve um 14º lugar, um 17º e foi ironizado pela torcida antes de ser dispensado do posto de titular. Na imagem, torcedor exibe bandeira dizendo que até a avó era mais rápida que o italiano com uma Ferrari.    Foto: Getty Images

     Antes de Fisichella, a Ferrari havia promovido o "eterno" piloto de testes Luca Badoer para o posto de Massa. O veterano, então com 38 anos, foi decepcionante: obteve um 14º lugar, um 17º e foi ironizado pela torcida antes de ser dispensado do posto de titular. Na imagem, torcedor exibe bandeira dizendo que até a avó era mais rápida que o italiano com uma Ferrari.

O francês Jacques Laffite, que havia chamado a atenção pela Ligier, ganhou a chance de mostrar seu talento na Williams em 1983, mas não correspondeu às expectativas. Resultado: deixou a escuderia duas temporadas depois.   Foto: Getty Images

      O francês Jacques Laffite, que havia chamado a atenção pela Ligier, ganhou a chance de mostrar seu talento na Williams em 1983, mas não correspondeu às expectativas. Resultado: deixou a escuderia duas temporadas depois.

Jyrki Juhani Jarvilehto, ou JJ Lehto, não foi páreo para Michael Schumacher na Benetton em 1994. Enquanto o alemão faturou naquele ano seu primeiro título na F1, o finlandês acabou dispensado do time nas últimas provas da temporada. Pior: recebeu da imprensa o apelidado de JJ Lento.   Foto: Getty Images

     Jyrki Juhani Jarvilehto, ou JJ Lehto, não foi páreo para Michael Schumacher na Benetton em 1994. Enquanto o alemão faturou naquele ano seu primeiro título na F1, o finlandês acabou dispensado do time nas últimas provas da temporada. Pior: recebeu da imprensa o apelidado de JJ Lento.

Piloto de testes da Williams, o espanhol Marc Gené foi promovido a titular para o lugar de Ralf Schumacher, que havia sofrido uma contusão em 2004. O piloto, entretanto, teve um desempenho aquém do esperado em suas duas primeiras provas e perdeu o posto no carro inglês para o brasileiro Antônio Pizzonia.   Foto: Getty Images

     Piloto de testes da Williams, o espanhol Marc Gené foi promovido a titular para o lugar de Ralf Schumacher, que havia sofrido uma contusão em 2004. O piloto, entretanto, teve um desempenho aquém do esperado em suas duas primeiras provas e perdeu o posto no carro inglês para o brasileiro Antônio Pizzonia.

O colombiano Juan Pablo Montoya chamou atenção nas Fórmulas 3000 e Indy e ganhou a chance na Fórmula 1 em 2001, pela Williams. Após boas temporadas, foi contratado pela McLaren em 2005, mas, no ano seguinte, anunciou que a partir de 2007 iria disputar a Nascar, principal competição Stock dos Estados Unidos. A McLaren não gostou muito da novidade e dispensou o sul-americano antes do final de 2006.   Foto: Getty Images

     O colombiano Juan Pablo Montoya chamou atenção nas Fórmulas 3000 e Indy e ganhou a chance na Fórmula 1 em 2001, pela Williams. Após boas temporadas, foi contratado pela McLaren em 2005, mas, no ano seguinte, anunciou que a partir de 2007 iria disputar a Nascar, principal competição Stock dos Estados Unidos. A McLaren não gostou muito da novidade e dispensou o sul-americano antes do final de 2006.

Nigel Mansell foi contratado a peso de ouro pela Ferrari em 1989, para formar dupla com Alain Prost, mas não conseguiu repetir o desempenho brilhante que teve com a Williams. Ele retornou à antiga equipe em 1991 para ser campeão em 92.   Foto: Getty Images

     Nigel Mansell foi contratado a peso de ouro pela Ferrari em 1989, para formar dupla com Alain Prost, mas não conseguiu repetir o desempenho brilhante que teve com a Williams. Ele retornou à antiga equipe em 1991 para ser campeão em 92.

  O inglês Mansell também foi protagonista de outro fiasco em 1995. Ele praticamente não correu pela McLaren no ano em questão: não se adaptou ao novo time, disse que não cabia no carro e correu apenas dois Grandes Prêmios antes de deixar o a escuderia e oficializar a saída da principal categoria do automobilismo mundial  Foto: Getty Images

     O inglês Mansell também foi protagonista de outro fiasco em 1995. Ele praticamente não correu pela McLaren no ano em questão: não se adaptou ao novo time, disse que não cabia no carro e correu apenas dois Grandes Prêmios antes de deixar o a escuderia e oficializar a saída da principal categoria do automobilismo mundial.

Nelsinho Piquet não conseguiu repetir na F1 os mesmos resultados do pai. Campeão das Fórmulas 3 Inglesa e Sul-Americana e vice da GP2, o brasileiro estreou como titular da Renault em 2008 e foi discreto. Contudo, chamou mais atenção ao, após ser demitido na metade de 2009, admitir que recebeu uma ordem do diretor Flavio Briatore para causar um acidente em Cingapura e beneficiar o companheiro Fernando Alonso. Nelsinho perdeu espaço na categoria e agora corre na Nascar.  Foto: Getty Images

     Nelsinho Piquet não conseguiu repetir na F1 os mesmos resultados do pai. Campeão das Fórmulas 3 Inglesa e Sul-Americana e vice da GP2, o brasileiro estreou como titular da Renault em 2008 e foi discreto. Contudo, chamou mais atenção ao, após ser demitido na metade de 2009, admitir que recebeu uma ordem do diretor Flavio Briatore para causar um acidente em Cingapura e beneficiar o companheiro Fernando Alonso. Nelsinho perdeu espaço na categoria e agora corre na Nascar.

Mesmo sem ter conquistado vitórias, o sueco Stefan Johansson se destacou com pódios pela Ferarri entre 1985 e 1986 e acabou na McLaren em 1987. O nórdico, entretanto, foi ofuscado: terminou o ano em sexto lugar e fora do time inglês, substituído por Ayrton Senna.  Foto: Getty Images

     Mesmo sem ter conquistado vitórias, o sueco Stefan Johansson se destacou com pódios pela Ferarri entre 1985 e 1986 e acabou na McLaren em 1987. O nórdico, entretanto, foi ofuscado: terminou o ano em sexto lugar e fora do time inglês, substituído por Ayrton Senna.

O francês Jean Alesi, que correu pela Ferrari entre 1991 e 1995, foi contratado pela Benetton em 1996 para substituir o alemão Michael Schumacher, contratado pela escuderia italiana. Ainda que tivesse obtido resultados melhores do que o companheiro austríaco Gerhard Berger, não conseguiu vitórias e teve atuações abaixo do esperado.   Foto: Getty Images

     O francês Jean Alesi, que correu pela Ferrari entre 1991 e 1995, foi contratado pela Benetton em 1996 para substituir o alemão Michael Schumacher, contratado pela escuderia italiana. Ainda que tivesse obtido resultados melhores do que o companheiro austríaco Gerhard Berger, não conseguiu vitórias e teve atuações abaixo do esperado.

A McLaren contratou o inglês Mark Blundell em 1995 e não demorou para se arrepender da escolha. Ele teve uma temporada discreta e não permaneceu no time para 1996.   Foto: Getty Images

    A McLaren contratou o inglês Mark Blundell em 1995 e não demorou para se arrepender da escolha. Ele teve uma temporada discreta e não permaneceu no time para 1996.

Fonte: Terra




Ferrari anuncia pacote aerodinâmico, mas nega "varinha mágica"

Demonstrando evolução da Ferrari no circuito espanhol, Felipe Massa fez o terceiro melhor tempo. Foto: AFP

     A Ferrari anunciou, nesta segunda-feira, que os carros de Fernando Alonso e Felipe Massa receberão um novo pacote de atualizações aerodinâmicas para o Grande Prêmio de Silverstone de Fórmula 1, no dia 10 de julho. A escuderia, no entanto, alerta que as modificações não devem colocar o time como favorito à vitória na corrida inglesa.
 
     "Seria irrealista esperar que essas atualizações invertessem a classificação atual. Não existe varinha mágica, ninguém tem uma, logo, a receita é a mesma para todo mundo: trabalho, trabalho, trabalho", disse o comunicado publicado no site da Ferrari.
 
     A equipe comemorou o desempenho dos pilotos no Grande Prêmio da Europa, o melhor nas oito primeiras etapas do Mundial. Alonso ficou na segunda posição e o brasileiro Massa terminou em quinto. A categoria é dominada pela Red Bull, com o alemão Sebastian Vettel liderando com larga vantagem.
 
     Para seguir evoluindo na temporada, os pilotos trabalharão "na linha de frente" com a equipe técnica da Ferrari em busca de novas atualizações e nos simuladores. Na primeira metade da semana, os testes ficam a cargo de Alonso. Massa assume o papel nos últimos dias.

Fonte: Terra

Niki Lauda em Zandvoort (1974): quinquagésima primeira vitória da Ferrari


     Depois de terem corrido em Anderstorp, na Suécia, o circo da Formula 1 chegou no circuito holandês de Zandvoort, na Holanda. O pelotão da Formula 1 já começava a ficar grande. Tão grande que a Trojan foi recusada pelos organizadores pela terceira vez. A equipe contestou esta recusa nas entidades desportivas britânicas, e no final, a sua inscrição foi aceita.

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     Em Zandvoort estavam inscritos 27 carros para o fim de semana. E havia mudanças: Brian Redman saiu da Shadow, e no seu lugar foi contratado um jovem piloto vindo da Token: Tom Pryce. A Williams inscreveu dois carros, um para o regressado Arturo Merzário, e outro para o piloto local Gijs Van Lennep. Outro regresso é o de Hans Joachim Stuck na March, recuperado do polegar quebrado. E na Surtees, a saída de José Carlos Pace já tinha sido consumada, e ele estava ausente na Holanda.

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     Na qualificação, os melhores carros foram os Ferrari 312B3, que monopolizaram a primeira fila. Niki Lauda foi o melhor e, Clay Regazzoni ficou em segundo, enquanto que na segunda fila ficavam os McLaren de Emerson Fittipaldi e Mike Hailwood (terceiro carro da marca). Na terceira fila estavam o Tyrrell de Jody Scheckter e o Hesketh de James Hunt e na quarta fila, tinhamos o Shadow de Jean Pierre Jarier e o segundo Tyrrell de Patrick Depailler. Fechando o “top ten” estavam o segundo McLaren de Dennis Hulme e o Lotus de Ronnie Peterson.

    Na Holanda, os organizadores só deixariam correr 25 carros, logo, isso significava, que dois deles teriam de ficar fora. O Token de Tim Schenken e o Iso Marlboro de Gijs Van Lennep, para desilusão dos fãs locais.

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      Na largada, Lauda sai na frente, com Hailwood na segunda posição, seguido por Regazzoni e Depailler. Hunt largava mal e na confusão, bate em Pryce e ambos ficam de fora da corrida. O austríaco continua na frente, sem ser incomodado, enquanto que mais atrás, Regazzoni passa Hailwood no final da segunda volta, e fica com esta posição, praticamente, até o final da prova. O inglês da McLaren iria perder mais duas posições, para Depailler e Fittipaldi. Na metade da corrida, o brasileiro ainda conseguiu passar o francês da Tyrrell. Mais tarde, Depailler teve problemas de direção e perdeu o quarto lugar para Hailwood. Pouco depois, viu-se incapaz de segurar o seu companheiro Jody Scheckter, e assim ficou no último lugar pontuável.

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     No final da corrida, a Ferrari comemorava a segunda dobradinha do ano, com fittipaldi no lugar mais baixo do pódio. Isto implicava que, em termos de campeonato, a luta estava em aberto, pois se o brasileiro liderava, Lauda, com esta vitória, estava somente a um ponto dele, enquanto que Regazzoni tinha apenas dois pontos a penos que os líderes. Na metade da temporada, isto significava que o campeonato não estava decidido, pelo contrário, e que dali a duas semanas, no circuito francês de Dijon, as coisas poderiam se esclarecer um pouco…

     Melhores momentos dos GPs de Mônaco e Zandvoort 1974:


Massa lamenta novo erro da Ferrari em pit stop

Sem nenhuma quebra ou batida mais grave, todos os 24 pilotos que largaram terminaram o GP da Europa. Foto: Reuters

     O brasileiro Felipe Massa aprovou seu desempenho no Grande Prêmio da Europa de Fórmula 1, neste domingo, mas lamentou o erro da equipe Ferrari em sua segunda troca de pneus. Uma das pistolas pneumáticas apresentou problema e o piloto, que acabou a prova em quinto lugar, perdeu cerca de cinco segundos nos boxes.

      "Foi uma pena o problema que aconteceu no segundo pit stop. Perdi quatro ou cinco segundos e isso me custou a chance de disputar com Hamilton a quarta colocação", afirmou. "Pelo que vi hoje, nossos dois carros deveriam ficar à frente das McLarens e só conseguimos cumprir metade disso", completou.

      O GP da Europa de F1, disputado no circuito de rua de Valência, foi vencido pelo alemão Sebastian Vettel. Fernando Alonso, da Ferrari, e Mark Webber, da Red Bull, completaram o pódio.

     Para Massa, seu desempenho e de Alonso em Valência apontam uma grande evolução da Ferrari nas últimas provas. Resta ver se no GP de Silverstone, próxima etapa do Mundial de F1, a escuderia continuará melhorando seu desempenho.

     "Vamos para o fim de semana de Silverstone e veremos se vamos conseguir confirmar o progresso que tivemos nas últimas três corridas. Também vai ser importante a escolha de pneus da Pirelli. Se eles escolherem a combinação médio/duro, vai ser mais complicado para a gente", explicou.

Fonte: Terra

Segundo lugar mostra evolução da Ferrari, diz Alonso

Outro destaque do GP de Valência foi Fernando Alonso, que subiu ao pódio correndo em casa. Foto: EFE

     A segunda posição conquistado por Fernando Alonso no Grande Prêmio demonstra, na visão do espanhol, a evolução da Ferrari no Mundial da Fórmula 1. Sem condições de competir com a Red Bull nas primeiras provas da temporada, a escuderia italiana já começa colocar seus carros entre os primeiros colocados das corridas da categoria.

     "Sei que nossos torcedores esperam que vençamos, mas não estamos em condições ainda. Estamos muito mais perto e não vamos parar de trabalhar até alcançarmos o máximo de desempenho de nosso carro", disse Alonso.

     O GP da Europa de F1 foi vencido pelo alemão Sebastian Vettel, líder do Mundial com 186 pontos somados e primeiro colocado em seis das oito corridas da temporada. O australiano Mark Webber, também da Red Bull, completou o pódio da prova disputada no circuito de rua de Valência.

     "Segundo lugar é o máximo que podemos alcançar atualmente, estar então entre os carros da Red Bull é uma grande conquista", afirmou o espanhol. "Com certeza estamos indo na direção certa e ficaremos ainda mais próximos deles nas próximas corridas", completou.

Fonte: Terra

Resultados do GP da Europa (2011)

Apesar da ampla vantagem para os outros pilotos, Vettel disse ainda não estar pensando no título  Foto: Getty Images

     Resultados da prova:

01Sebastian Vettel» Red Bull» 1h39m36s169
02Fernando Alonso» Ferrari» 1h39m47s60
03Mark Webber» Red Bull» 1h40m3s424
04Lewis Hamilton» McLaren» 1h40m22s359
05Felipe Massa» Ferrari» 1h40m27s874
06Jenson Button» McLaren» 1h40m36s234
07Nico Rosberg» Mercedes» 1h41m14s259
08Jaime Alguersuari» Toro Rosso» +1 Voltas
09Adrian Sutil» Force India» +1 Voltas
10Nick Heidfeld» Renault» +1 Voltas
11Sergio Perez» Sauber» +1 Voltas
12Rubens Barrichello» Williams» +1 Voltas
13Sebastien Buemi» Toro Rosso» +1 Voltas
14Paul di Resta» Force India» +1 Voltas
15Vitaly Petrov» Renault» +1 Voltas
16Kamui Kobayashi» Sauber» +1 Voltas
17Michael Schumacher» Mercedes» +1 Voltas
18Pastor Maldonado» Williams» +1 Voltas
19Heikki Kovalainen» Team Lotus» +2 Voltas
20Jarno Trulli» Team Lotus» +2 Voltas
21Timo Glock» Virgin» +2 Voltas
22Jerome d' Ambrosio» Virgin» +2 Voltas
23Vitantonio Liuzzi» HRT» +3 Voltas
24Narain Karthikeyan» HRT» +3 Voltas
    

Classificação por equipes:


     Melhores momentos do GP: 


Fonte: Terra
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