terça-feira, 6 de setembro de 2011

Chefão da Ferrari: 'Há apenas dois líderes na F-1: Alonso e Schumacher'

Formula 1 - Alonso e Schumacher no Bahrein (Foto: Getty Images)

     Questionado pelo jornal alemão “Bild am Sonntag” se Sebastian Vettel, líder do campeonato e atual campeão mundial, poderia também ser considerado um verdadeiro líder de equipe, Stefano Domenicali, chefe da Ferrari foi enfático.
 
     - Há somente dois líderes e eles são Fernando Alonso e Michael Schumacher. Não vejo nenhum outro. Vettel ainda não é um líder. Ele está no caminho, mas não é como Michael e Fernando. Ele simplesmente é muito novo e inexperiente - afirmou.

     Ciente de que o alemão de 24 anos tem potencial para ser um futuro líder de equipe, Domenicali deixou em aberto a possibilidade de o piloto defender a escuderia italiana futuramente.

     - Depende de muitos desenvolvimentos que ocorrerão nos próximos anos. Atualmente não precisamos de um líder. Em algum ponto precisaremos e Sebastian é um candidato - falou.

     Nos últimos anos a Ferrari contou, justamente, com as presenças de Schumacher e Alonso como referência em Maranello. O chefão da Ferrari vê diversas semelhanças entre o heptacampeão mundial e o espanhol, dono de dois títulos.

     - Os dois estão lutando que nem leões para colocar suas equipes na frente. Eles tomam cuidado com detalhes que muitos não fazem ideia que existem – explicou.

     Campeão mundial na Ferrari ao lado de Domenicali em cinco ocasiões, Schumacher recebeu elogios do ex-chefe.

     - Você não escutará nada de ruim sobre ele de mim. Ele está correndo em um nível muito alto. É a Mercedes que não é boa o suficiente. Se Michael estivesse na RBR ou na Ferrari, ele provavelmente teria vencido corridas nos dois últimos anos - analisou.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2011/09/

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Gilles Villeneuve em Montreal (1978): septuagésima terceira vitória da Ferrari


     Uma semana depois de Watkins Glen, o pelotão da Formula 1 atravessava a fronteira e chegava ao Canadá, em um circuito novo, construído na Ilha de Notredame, em Montreal no mesmo local onde, nove anos antes, tinha ocorrido a Expo 67, e onde tinham também sido realizadas as provas de remo dos Jogos Olímpicos.

     Ter uma pista no meio do Rio
São Lourenço, provavelmente era uma maneira de Quebec capitalizar os feitos do jovem Gilles Villeneuve nas pistas europeias e mundiais, ao volante de um dos carros da Scuderia. Ótimo para a publicidade, mas péssimo para os pilotos, pois estes se queixaram que a pista era muito estreita, dificultando as ultrapassagens.

     Os organizadores decidiram que o grid seria restrito a 22 pilotos dos 28 inscritos. No pelotão, Ricardo Patrese estava de volta à Arrows, depois da GPDA o ter banido de correr a prova anterior, pois os pilotos achavam que ele era o culpado pelo acidente fatal de Ronnie Peterson, um mês antes, em Monza, enquanto que a Brabham inscrevia um terceiro carro para o jovem brasileiro Nelson Piquet. Na Ensign, Derek Daly iria correr sozinho.

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     Nos treinos ocorreu a batalha direta entre o Wolf de Jody Scheckter, o Lotus de Jean-Pierre Jarier e o Ferrari de Gilles Villeneuve. Jarier levou a melhor, batendo o sul-africano por um centésimo de segundo, enquanto que Villeneuve foi o terceiro. No quarto posto do grid ficava o Brabham de John Watson, enquanto que a terceira fila tinha o Williams de Alan Jones, que melhorava cada vez mais, e o Copersucar de Emerson Fittipaldi, na melhor qualificação do ano para a marca. Na quarta fila estavam Niki Lauda e o Shadow de Hans Joachim Stuck. Nelson Piquet qualifica-se numa satisfatória 14ª posição.

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     Seis pilotos não se qualificam na última corrida do ano: o Shadow de Clay Regazzoni, o Surtees de Beppe Gabbiani, o Merzário de Arturo Merzário, o Arrows de Rolf Stommelen, o ATS de Michael Bleekmolen e o Lotus privado de Hector Rebaque. Para Gabbiani, Bleekmolen e Stommelen, foram as suas ultimas aparições na Formula 1.

     No dia da corrida, sob céu nublado e muito frio, mais de cem mil pessoas foram assistir à etapa final do campeonato, esperançosos, talvez, em ver pela primeira vez um canadense no lugar mais alto do pódio. Na largada, Jarier arranca bem e consegue arranjar uma grande vantagem sobre o resto do pelotão, liderado por Jones, seguido por Scheckter, Villeneuve e Watson. Entretanto, Fittipaldi e Stuck envolvem-se em uma luta pelo quinto lugar e acabam fora nas primeiras curvas do circuito.

     Com o passar das voltas, a vantagem de Jarier aumenta consideravelmente, e todos acham que o piloto francês, que tinha guiado parte do ano à serviço da Arrows, iria finalmente ganhar a sua primeira corrida da carreira, uma vez que a liderança era absoluta. Quando ao seu companheiro Mário Andretti, este lutava pela quinta posição com Watson, quando colidiram, causando a desistência do piloto inglês, e a lentidão do americano. Acabou a corrida no décimo lugar, a uma volta do vencedor.


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     Na volta 18, Jones começa a sofrer com um furo no pneu, e perde o segundo lugar para Scheckter, e depois o terceiro posto para Villeneuve. Poucas voltas depois, o canadense alcança o seu futuro companheiro de equipe na Ferrari, e obtem a segunda posição, tendo agora, mais de 30 segundos de desvantagem para Jarier, que continuava isolado na liderança..... até ter problemas com a pressão do óleo. Então, no final da volta 50, Jarier vai para as boxes, e não há outra hipótese senão abandonar a corrida. Assim Gilles Villeneuve herda a liderança, para delírio dos locais.

     A vinte voltas do fim, Villeneuve tinha uma boa diferença sobre o resto do pelotão, e tinha somente de se controlar e levar o carro até ao fim, para conseguir o que era para muitos um sonho: um canadense ganhando em casa! No final, perante cem mil canadenses delirantes e o primeiro-ministro Pierre Trudeau, Gilles Villeneuve dava à Ferrari a quinta vitória do ano, e a primeira da sua carreira. Scheckter era segundo, no Wolf (seria o último pódio para a marca), e Carlos Reutmann o terceiro. Nos restantes lugares pontuáveis ficavam o Arrows de Riccardo Patrese, o Tyrrell de Patrick Depailler e o Ensign de Derek Daly, na primeira vez que um piloto da Irlanda alcançava pontos na Formula 1.


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     E assim terminava a temporada de 1978, o ano em que a Lotus dominou, marcado pelo triunfo de Mário Andretti e pela tragédia do acidente fatal de Ronnie Peterson. Mas novas esperanças e novos projetos surgiam no horizonte…

     Melhores momentos do GP:


Ferrari 355 Spider fica destruída em colisão contra loja de lingerie em SC

O motorista de uma Ferrari Spider perdeu o controle do carro em uma movimentada avenida do centro da cidade e invadiu a loja

     A colisão de uma Ferrari em uma loja de lingeries em Santa Catarina resultou na destruição do automóvel de luxo e deixou uma mulher ferida. O acidente ocorreu na noite de sábado em Brusque, cidade localizada a cerca de 100 quilômetros de Florianópolis.

     O motorista de uma Ferrari Spider perdeu o controle do carro em uma movimentada avenida do centro da cidade e invadiu a loja. O carro, com placas de Goiânia, era conduzido por um empresário local, P. M. L., 30 anos. De acordo com as informações divulgadas pelo Corpo de Bombeiros, o motorista perdeu o controle ao desviar de uma motocicleta enquanto passava pela avenida Arno Grache. Ele invadiu a calçada, bateu contra a vitrine da loja e em seguida destruiu uma parede do estabelecimento.

     A mulher de Lobosco, L. M., 29 anos, ficou presa nas ferragens. Uma equipe de resgate precisou serrar parte da Ferrari para retirar a vítima e encaminhá-la ao hospital. Luciana sofreu fraturas na perna e seu quadro é estável. O proprietário do carro teve apenas ferimentos leves.

     Fotos da Ferrari após a colisão:

Uma equipe de resgate precisou serrar parte da Ferrari para retirar a mulher do motorista do veículo  Foto: Rodrigo Santos/Divulgação

O carro, com placas de Goiânia, era conduzido por um empresário local, Pedro Montechiari Lobosco, 30 anos  Foto: Rodrigo Santos/Divulgação

O acidente ocorreu na noite de sábado em Brusque, cidade localizada a cerca de 100 km de Florianópolis  Foto: Rodrigo Santos/Divulgação

A mulher sofreu fraturas na perna e seu quadro é estável. O proprietário do carro teve apenas ferimentos leves  Foto: Rodrigo Santos/Divulgação

Fonte: Terra

Domenicali não vê Vettel como um líder na categoria


     Para Stefano Domenicali, chefe da Ferrari, Sebastian Vettel ainda não está totalmente preparado para assumir o papel de líder de uma equipe de ponta.

     Por mais que o alemão seja o principal nome da Red Bull na categoria, tendo vencido o título de 2010 e liderando com folga a atual temporada, o italiano não considera que o jovem piloto tenha condições de liderar toda uma equipe.

     Segundo Domenicali, apenas Michael Schumacher e Fernando Alonso são atualmente capazes de exercer tal função.

      “Na verdade, há apenas dois líderes e são Fernando Alonso e Michael Schumacher. Não vejo outros”, disse, ao jornal “Bild am Sonntag”.

     “Vettel ainda não é um líder. Ele está no caminho para se tornar um, mas não é como Michael e Fernando. Ele é jovem demais e ainda falta experiência.”

     “Os dois lutam feito leões para trazer suas equipes à ponta. Eles tomam cuidado de detalhes que outros nem mesmo percebem. Sebastian está se aproximando, mas no momento só há dois líderes.”

sábado, 3 de setembro de 2011

In Memoriam: Olivier Gendebien (1998)


     Todos os que pilotaram e participaram algum dia em uma competição automobilística, foram homens extraordinários, pois combinar a febre da velocidade com os perigos nela inerentes, não é fácil, e anos antes, era um equilíbrio muito frágil entre a vida e a morte. Mas no meio disso tudo, há homens cuja vida foi  extraordinária, do princípio ao fim, em qualquer atividade. E o homem que falomos hoje teve uma vida digna de um romance de aventuras, pois não é qualquer um que participa ativamente na II Guerra Mundial, como resistente anti-nazi, e que depois de descobrir o automobilismo por acidente, ganha as 24 Horas de Le Mans por quatro vezes, tornando-se recordista de vitórias da prova, até aparecer outro compatriota seu… hoje é dia de Olivier Gendebien.

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     Nasceu em Bruxelas em 12 de Janeiro de 1924, no meio de uma família abastada, herdeira do império Solvay. Aos 16 anos, assiste à invasão da Bélgica pelas tropas da Alemanha nazi, e no ano seguinte, entra na Universidade para estudar engenharia. Com o tempo, passa a fazer parte da Resistência, onde os seus conhecimentos de inglês fazem com que trabalhe como elemento de ligação entre os agentes britânicos que caiam de paraquedas na Bélgica, e a resistência local. Algum tempo mais tarde, vendo a sua vida em jogo, foge para Inglaterra, onde se torna ele mesmo um páraquedista.

     No final da guerra, prossegue os estudos, mas desta vez como engenheiro agrônomo. Muda-se para o Congo Belga, mais especificamente para Stanleyville (a atual Lubumbashi), onde conhece um senhor chamado Charles Fraikin. Ele era navegador em provas de longa distância, e precisava de um piloto para as provas de rali.

     Em 1953, regressa à Bélgica, e corre com um Veritas, em Chimay, no Grand Prix des Frontieres, e pouco depois tentava a sua sorte nos ralis, comprando um Jaguar. Mais tarde, mudou-se para um Alfa Romeo, onde ganha o Liege-Roma-Liege, em 1955, ao lado do seu amigo Fraikin, num Mercedes 300 SL. Pouco tempo depois, ganha a Coppa D’Oro del Dolommiti, de novo no Mercedes.

     Estas vitórias atraem a atenção de Enzo Ferrari, que o convida para correr na sua equipa de Sport, com umas participações esporádicas na Formula 1. O seu primeiro Grande Prêmio acontece na Argentina, em 1956, onde chega em quinto lugar, e consegue dois pontos. Corre mais uma vez em Reims, onde não termina. Entretanto, nos Sport-Protótipos, faz parceria com o francês Maurice Trintignant nas 24 Horas de Le Mans desse ano, ao volante de um Ferrari 625 LM Touring, de 2,5 Litros, terminando no terceiro lugar.

     No ano seguinte, Gendebien dedica-se exclusivamente aos Sport-Protótipos, onde consegue as suas primeiras grandes vitórias: a Volta à Sicília, a Volta à França em automóvel, e as 12 Horas de Reims. Corre nas 24 Horas de Le Mans, de novo com Maurice Trintignant, mas não passam da volta 129.

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     Mas as coisas em 1958 são completamente diferentes, pelo menos em Le Mans. Correndo desta vez com o americano Phil Hill, vence a prova pela primeira vez, a bordo de um Ferrari 250 TR 8, com uma vantagem de 12 voltas sobre o segundo, o Aston Martin de Graham e Peter Whitehead. Antes de Le Mans, Gendebien tinha conseguido outras importantes vitórias em Sport-Protótipos: os 1000 km de Buenos Aires, em Janeiro, com Wolfgang Von Trips, e depois a Targa Florio, com Luigi Musso. Também ganhou as 12 Horas de Reims, a Volta à França em Automóvel. Correu três provas no campeonato do Mundo de Formula 1, o melhor que conseguiu foi um sexto lugar na Bélgica.

      Em 1959, ganha uma terceira vez a Volta à França em automóvel, enquanto que no inicio do ano, ganha as 12 Horas de Sebring, com Dan Gurney e Chuck Daigh ao seu lado. Em Le Mans, de novo com Phil Hill, não chega ao fim. Na Formula 1, alinha em Reims e Monza, conseguindo um quarto lugar na corrida francesa, obtendo três pontos no campeonato.

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     Contudo, em 1960, não corre pela Ferrari, aceitando um lugar na Yeoman Credit Racing Team, que corria num Cooper de motor traseiro. A sua primeira prova é na Bélgica, onde consegue o terceiro lugar, e repete o pódio na corrida seguinte, na França. Esses dez pontos deram-lhe a sexta posição final, na temporada onde mais se dedicou à Formula 1. Mas também se dedicou aos Sport-Protótipos. Com o alemão Hans Hermann, no Porsche inscrito pela equipe de Jo Bonnier, começou o ano vencendo as 12 Horas de Sebring, e em junho, ganha uma segunda vez as 24 horas de Le Mans, com o seu compatriota Paul Frére, ao volante de um Ferrari 250 T.

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     Em 1961, continua correndo nos Sport-Protótipos, em provas de Endurance. No inicio do ano, vence uma terceira vez as 12 Horas de Sebring, com Phill Hill como companheiro (por causa disso, ele tem uma curva com o seu nome no circuito.), e vence a Targa Florio, com o alemão Wolfgang von Trips a seu lado. Em Le Mans, repete a vitória pela terceira vez, com Phil Hill. Quanto à Formula 1, tem três aparições, das quais resultou num quarto lugar no GP de Bélgica. No final do ano, corre uma última vez em Watkins Glen, com um Lotus-Climax, onde tem um acidente grave, do qual só se safa porque fora projetado para fora…

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     Em 1962, Gendebien tinha 38 anos, e a sua família já pedia para que se retirasse das competições, pois já tinha visto alguns dos seus amigos morrerem, entre os quais Mike Hawthorn, Luigi Musso, Peter Collins e Wolfgang von Trips, todos seus companheiros na Ferrari. Contudo, ainda decidiu fazer mais uma temporada na Ferrari, dedicando-se exclusivamente às corridas de Endurance. Nesse ano, vence a Targa Florio pela terceira vez, em conjunto com o seu compatriota Willy Mairesse e o mexicano Ricardo Rodriguez, e em Junho, foi a vez das 24 horas de Le Mans, ao lado de Phil Hill. Conseguira uma inédita quarta vitória na história da competição, um recorde que não seria superado por 19 anos, até que outro compatriota, Jacky Ickx, o fizesse. Antes de se retirar definitivamente das competições, ainda conseguiu ganhar os 1000 km de Nurburgring, em conjunto com Hill.

     A sua carreira na Formula 1: 14 Grandes Prêmios, em cinco temporadas (1956, 1958-61), dois pódios, 18 pontos. Vencedor das 24 Horas de Le Mans em 1958, 1960, 1961 e 1962, vencedor da Targa Florio em 1958, 1961 e 1962 e vencedor das 12 Horas de Sebring em 1959, 1960 e 1961.

     O seu estilo de condução foi elogiado por “Il Commendatore” da seguinte maneira: “Ele era um ‘gentleman’ que nunca esquecia a sua condição e que transcrevia isso no seu estilo de condução, elegante e rápido”. Gendebien replicou, explicando que o seu segredo era “só fazer as curvas um pouco mais rápido do que os outros”.

     Depois do final da sua carreira automobilística, Gendebien dedicou-se aos seus negócios com sucesso, e descobriu outros desportos, no qual praticou com igual prazer, como o esqui, o tênis e a equitação. No final da sua vida, os seus feitos como resistente e como piloto de automóveis foram reconhecidos pelo estado belga, quando o Rei Alberto II o condecorou com a Ordem da Coroa, uma das mais altas condecorações do país. A 2 de Outubro de 1998, morria aos 74 anos na sua casa em Les Baux de Provence, no sul da França, vítima de câncer.

Fonte: http://continental-circus.blogspot.com/2008/10/

Ferrari F 430: mergulho de uma semana (em 2009)!

Ferrari F430 sendo tirado da água

     Uma Ferrari F430 foi destruída em Dalas em junho de 2009, após o dono desviar para não atingir um menino andando de bicicleta. Infelizmente a Ferrari caiu no Lago Oakdale.

     Apesar do ato heróico do motorista, que arriscou sua própria vida, o que aconteceu com a F 430 foi algo, no mínimo, lastimável. A macchina acabou pulando a barreira de proteção (pedras) e foi parar no fundo do lago. Além disso, demorou cerca de uma semana para ser removida. Acredito que o cidadão dentro da água é o dono do reboque.

     Observe as fotos da remoção do veículo:





     Assista ao video da remoção:



Ferrari 250 GT Spyder California SWB (1957)









Miniatura de escala 1:18, fabricada pela Hotwheels, repintada com tinta PU (automotiva), com o logo "Ferrari" no capô traseiro em Metaltag e interior do motor e portamalas pintados de preto. Possui abertura total das portas, capô traseiro e tampa do motor (dianteiro). O movimento das rodas dianteiras é comandado pela direção.

Sobre o modelo F 250 GT Spyder California SWB

      SWB é a sigla em ingllês para entre-eixos curto, e combinada às palavras Spyder e Califórnia (em ”Ferrari 250 GT Spyder California SWB”) faz com que surjam lágrimas nos olhos de homens já maduros. Dolorosamente lindo, o Ferrari 250 GT Spyder California SWB também é um carro esporte de primeira ordem. Essa obra prima com carroceria da Pininfarina está montada sobre um chassis com 240 centímetros entre o eixo dianteiro e o traseiro, ante os 260 centímetros da versão de entre eixos longo. O comprimento reduzido torna a Ferrari 250 GT Spyder California SWB mais rígido e manobrável, o que beneficia seu desempenho na rua e, sim, nas pistas.

     Inspirado pelo distribuidor da Ferrari na Califórnia, Johnny Von Neumann, e acionado por uma versão de 280 cv do clássico V-12 de três litros da Ferrari, o Ferrari 250 GT Spyder California SWB combina velocidade e estilo em brilhante harmonia. A maioria das 54 unidades produzidas oferece carrocerias de aço, para uso primário na rua. Mas surgiram ainda na época em que os melhores carros esporte precisavam provar sua competência nas pistas, e por isso a Ferrari construiu alguns exemplares do Ferrari 250 GT Spyder California SWB em versão de competição. Tinham carroceria de alumínio e era possível distingui-los da versão de rua pelo bocal para abastecimento rápido de combustível, na tampa do porta-malas.

   Se um Ferrari 250 GT Spyder California SWB é capaz de fazer um adulto chorar, a versão de competição, em alumínio, pode causar desmaios e representa o mais colecionável dos Ferraris de rua.

    O F 250 GT Spyder California SWB vermelho ficou famoso por aparecer em vários filmes, entre eles, destaque para "Curtindo a Vida Adoidado" (1986), onde Matthew Broderick "agitou" com uma máquina dessas.

     Objeto de desejo da maioria dos colecionadores de automóveis, é uma das Ferraris mais disputadas em leilões. Prova disto foi o arremate de uma F 250 GT Spyder California preta por 11 milhões de dolares em maio de 2008, que na época se tornou a Ferrari mais cara de todos os tempos.


      A Ferrari GT 250 California Spider SWB foi produzida de 1957 a 1963.
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