quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Massa chega ao 100º GP na Ferrari em sua pior fase, mas diz confiar na torcida

Felipe Massa se prepara para correr de kart contra jornalistas antes do GP do Brasil

     A torcida de Interlagos pode não ter muitos motivos para confiar em um bom resultado dos pilotos brasileiros na corrida deste fim de semana. Mas, pelo menos para um deles, a prova em si já é um bom motivo para tentar espantar a má fase. Felipe Massa completará 100 corridas pela Ferrari no domingo, em seu décimo campeonato na Fórmula 1.

     A maioria do público pode até não se interessar por essas marcas, afinal, quer mesmo é ver uma boa corrida dos brasileiros, especialmente de Massa, que tem o melhor carro.

     Por outro lado, Felipe amarga sua pior fase na Ferrari. Ele ainda não passou de um quinto lugar em 2011, e chegou à última prova do ano sem conseguir nenhum pódio, o que nunca tinha acontecido durante a sua passagem pela escuderia italiana.

     Mesmo assim, ele acha que o momento ruim não vai desanimar Interlagos. “A torcida vai torcer, porque os torcedores brasileiros são os melhores que existem. Apesar de o ano não ter sido bom, tenho certeza de que teremos uma torcida forte, como sempre foi”, declarou Massa durante encontro com os jornalistas em São Paulo.

     “É uma corrida muito importante para mim. Completo aqui 100 GPs pela Ferrari, e é o meu décimo campeonato, na corrida do Brasil. É ainda mais importante por tudo aquilo que se completa. Isso me dá ainda mais força para fazer um ótimo trabalho, uma coisa que não aconteceu durante o ano”, admitiu o piloto, que fez outras 53 provas com a Sauber.

     Há três anos sem vencer, Massa disse que espera conseguir “o melhor resultado da temporada” em Interlagos. Ou seja, ao menos subir no pódio pela primeira vez em 2011. Um ano que ele não esconde o alívio por ter chegado ao fim.

     “O ano passou, e temos essa última corrida em que eu espero fazer um bom trabalho, mas também com uma visão 100% no ano que vem”, reconheceu Felipe. Afinal, o chefe Stefano Domenicali já avisou que 2012 será decisivo para o brasileiro.

     “Concordo com o Domenicali, vai ser um ano superimportante para mim, e quero que seja bem diferente do que foi esse ano, e até do ano passado. Vou tentar fazer com que tudo volte ao normal, e eu volte a vencer corridas e disputar o campeonato”, encerrou Massa. 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Kubica pode voltar à F-1 no lugar de Massa na Ferrari em 2013

Robert Kubica ficou fora da temporada depois de sofrer um grave acidente em rali

     Ainda em recuperação de um grave acidente sofrido durante um rali e com dúvidas sobre seu retorno ao grid da Fórmula 1 na próxima temporada, o polonês Robert Kubica pode ser a escolha da Ferrari para substituir o brasileiro Felipe Massa em 2013, segundo a revista inglesa Autosport.

     Kubica se acidentou em fevereiro deste ano, passou por diversas cirurgias após lesões múltiplas sofridas e ficou fora da temporada com a equipe Renault, sendo substituído pelo alemão Nick Heidfeld e o brasileiro Bruno Senna.

     Dependendo de exames para saber se terá condições físicas de retornar já em 2012, ele pode afetar o mercado de pilotos da Fórmula 1, já que fecharia uma vaga em sua atual equipe, que passa a se chamar apenas Lotus na próxima temporada.

     Mas a revista inglesa afirma que Kubica ainda não poderá voltar a guiar no próximo ano e já coloca o polonês como candidato à vaga na Ferrari, para a qual já havia sido especulado antes de se acidentar.

     O contrato de Felipe Massa com a escuderia italiana se encerra no final da temporada 2012 e caso esteja fisicamente recuperado, Kubica pode ser o companheiro do espanhol Fernando Alonso no time.

Projetista da Red Bull repete Vettel e fala sobre "ambição" de ir à Ferrari

Adrian Newey, projetista da Red Bull que falou sobre a possibilidade de trabalhar na Ferrari

     Adrian Newey é apontado com frequência como o homem por trás do sucesso recente da Red Bull. Só que assim como Sebastian Vettel, seu “pupilo” na escuderia, ele também nutre o sentimento de admiração pela Ferrari. O projetista que soma oito títulos da Fórmula 1 na carreira e trabalhou na Williams e na McLaren falou a uma TV espanhola sobre a ambição de ir ao time italiano.

     “Não há um motivo especial pelo qual eu nunca tenha ido para a Ferrari. Nunca teve o momento oportuno para esta situação. Minha família e meus filhos também estão bem na Inglaterra e viver na Itália seria um transtorno. É uma pena, porque é uma grande equipe e muitos pilotos têm ambição de trabalhar lá. Acontece o mesmo com os engenheiros”, disse Newey ao Canal 9.

     A admiração pela Ferrari é comum entre os pilotos que competem na principal categoria do automobilismo mundial. Vettel, quando questionado sobre isso, também admite o carinho pela marca italiana, mas descarta uma mudança imediata para o time vermelho.

     O alemão, bicampeão da Fórmula 1 neste ano com sobras, tem contrato com a Red Bull até 2014. Uma cláusula no seu compromisso o libera caso a empresa não lhe forneça um carro capaz de brigar pelo título. Por isso, a permanência de Vettel está diretamente ligada à de Newey, que é cauteloso quanto ao carro de 2012.

     “As pessoas falaram que eu teria dito que o carro vai impressionar, mas isso nunca aconteceu. Será uma evolução do RB5, o carro que iniciou a série [em 2009]. O do ano passado já foi baseado neste modelo, assim como o de 2011. O RB5 é o pai de todos”, disse Newey. 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

René Arnoux em Hockenheim (1983): octagésima sétima vitória da Ferrari


    A Formula 1 teve nesse ano um intervalo de três semanas entre os Grandes Prêmios inglês e alemão. Logo, as equipes decidiram aproveitar esse tempo para fazer um conjunto de testes, onde foram experimentados novas soluções, e viam-se novos talentos para o futuro. Foram o que fizeram Brabham e Williams, e neste último, um jovem de 23 anos, então  lider absoluto na Formula 3 britânica, tinha o seu primeiro contato com a categoria máxima do automobilismo. Seu nome: Ayrton Senna.

     Na Williams, as coisas eram ainda mais estranhas, não tanto pelo fato de testar dois italianos vindos também da formula 3, Ivan Capelli e Pierluigi Martini, mas por permitir que um velhote de 54 anos desse umas voltas. Esse senhor era Strling Moss.

      Rumores falavam que Patrick Tambay iria embora da Ferrari, para ser substituido pelo jovem talento italiano Michele Alboreto, então na Tyrrell, e que a Arrows iria ser a terceira equipe a ser equipada pela BMW, depois da Brabham e da ATS.
 
 
      Nos treinos, o melhor foram os Ferrari, com Tambay na frente, no mesmo local onde ganhara o seu primeiro Grande Prêmio, um ano antes. Logo a seguir vinha o seu companheiro de equipe, René Arnoux. Na segunda fila estavam o Alfa Romeo de Andrea de Cesaris, que com o terceiro lugar no grid, igualava o seu melhor resultado do ano, ou seja, o terceiro lugar no grid da Bélgica. Ao lado do italiano alinhava o Brabham-BMW de Nelson Piquet. Os Renault monopolizavam a terceira fila, com Alain Prost à frente de Eddie Cheever.

     O melhor não-Turbo era o Toleman de Derek Warwick, no nono posto, seguido pelo seu companheiro, o italiano Bruno Giacomelli. Quem não se qualificou, para surpresa de todos, foi o ATS do alemão Manfred Winkelhock, que mesmo com o seu motor BMW Turbo, ficou de fora. o RAM de Kenny Acheson e o Osella de Corrado Fabi acompanharam-no nesta empreitada.
 
 
     A corrida começou com Tambay e Arnoux na frente, mas logo após a terceira volta, Arnoux assegura a liderança, para não mais a largar até ao final da corrida. E se as coisas ficaram resolvidas, pelo menos nas primeiras posições, mais atrás, ocorreu intensa batalha. Primeiro, quando Tambay abandona na volta 11 e De Cesaris assume o segundo lugar, mas perde-o com a subida de Piquet para esse posto. Um pouco atrás, Alain Prost não conseguia mais do que um quinto lugar, pois tinha sido ultrapassado pelo segundo Brabham, de Riccardo Patrese. Quando Arnoux vai aos boxes reabastecer, Piquet assume provisoriamente a liderança, mas depois devolve a Arnoux quando foi a sua vez de fazer o "pit stop".

     As coisas iriam ficar assim até perto, muito perto do final, quando a duas voltas do fim, o Brabham tem um vazamento de combustível, que causa um incêndio. E é assim que se perdem preciosos seis pontos...
 

     Com isto, o Alfa Romeo de Andrea de Cesaris alcança os seus primeiros pontos da temporada, e logo com uma subida ao pódio (segundo lugar)! Em terceiro fica o Brabham-BMW de Riccardo Patrese, seguido pelo Renault de Alain Prost, que com o problema do seu rival, consegue três preciosos pontos para a luta pelo campeonato. Depois dele, vinham os dois McLaren, os primeiros carros não-Turbo, de Niki Lauda e John Watson. Só que o austríaco tinha feito uma manobra irregular nos boxes (fez marcha-ré quando teve problemas na sua entrada), logo, os comissários não tiveram outra alternativa senão desclassificá-lo. Assim, Watson herdou o quinto lugar e o sexto posto ficou com o Williams de Jacques Laffite.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Chrome Ferrari 599 GTB (Ferrari 599 GTB cromada)

      A Ferrari do post anteior é chamada "Chrome Ferrari 599 GTB" ou Ferrari 599 GTB cromada. É uma máquina de verdade e a prova real que a Ferrari também é linda em outras cores que não o vermelho. Agora, me pergunta se o dono não é um árabe cheio da grana?


Ferrari F 599 pode ter série assinada por Alonso

    

      A F 599 entrou para a história da marca italiana como uma das mais belas e rápidas macchinas já produzidas em Maranello, mas parece que a empresa quer fazer uma despedida em grande estilo, antes da chegada de sua sucessora, que deve ser lançada em 2012.

     Segundo informações do site Autoblog, os italianos preparam uma série especial da F 599 que levará o nome de Fernando Alonso.

     Embora ainda não existam informações oficiais, especula-se que o modelo deve ser lançado em janeiro em uma tiragem limitadíssima de apenas 40 unidades.

Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/carros-cia/noticias/

Ferrari usará 'soluções inovadoras' no Brasil para testar seus carros para 2012

Fernando Alonso pilota sua Ferrari pela pista de Yas Marina, nos Emirados Árabes

     Com um desempenho abaixo do esperado na atual temporada da Fórmula 1, e sem aspiração alguma a uma corrida para o fim do calendário, a Ferrari usará a última etapa de 2011, em Interlagos, para fazer mais alguns testes em seus carros para a próxima temporada. Especialmente na sexta-feira, a escuderia italiana testará alguns fatores que afetam o Kers, a aerodinâmica da parte inferior e também buscar maior eficiência no uso de combustível, para diminuir o peso. Os italianos acreditam que essas são "soluções inovadoras", segundo publicou a versão online do jornal "Marca", da Espanha.

     Os elementos serão colocados à prova nos treinos livres visando à coleta do maior número de informações possíveis sobre os carros. Desta vez, os pilotos titulares, Felipe Massa e Fernando Alonso, serão os responsáveis por testarem as mudanças realizadas. Os responsáveis pela Ferrari acham que é muito importante nesta fase não haver incidentes como o de Fernando Alonso em Abu Dhabi, que precisou de mudanças no carro durante os treinos livres da sexta-feira. Para eles, qualquer contratempo atrasaria o planejamento feito pelos engenheiros.

     A Ferrari acredita que as soluções são inovadoras. Não chamarão muito a atenção visualmente, já que as mudanças serão feitas em peças dentro do carro, especialmente no túnel de vento. A Ferrari acredita que nesse aspecto conseguiu uma melhoria durante a temporada, já que começou com mais erros e, ao longo dos meses, eles foram corrigidos.

     Para 2012, a expectativa com estes testes que serão realizados na etapa do Brasil, no dia 27 de novembro, ajudem a iniciar a temporada com o menor número de erros possíveis.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/f1/ultimas-noticias/2011/11/15/
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