segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Bianchi sobra de novo e vence o Desafio das Estrelas


     Jules Bianchi mostrou neste domingo que a sua vitória na primeira bateria do Desafio das Estrelas na chuva não foi um acaso e conquistou a segunda prova do evento.

    Saindo da oitava posição, o francês, reserva da Ferrari, escalou rapidamente o grid e logo assumi a ponta, mantendo sempre um ritmo muito forte, abrindo mais de 7s para o rivais e conquistando o título.

     Jaime Alguersuari, segundo no sábado, voltou a ficar com a mesma posição neste sábado, garantindo o vice-campeonato. O espanhol também fez bela corrida e venceu Lucas Di Grassi em uma disputa que durou praticamente metade da prova.

     Rubens Barrichello foi o quarto e Nelsinho Piquet completou os cinco primeiros colocados.

     Depois da prova, Jules Bianchi, Nelsinho Piquet, Vítor Meira, Leonardo Nienkotter e Bia Figueiredo foram desclassificados da prova por estarem com seus karts abaixo do peso. Jaime Alguersuari herdou a vitória e o título da edição 2011 do Desafio das Estrelas.

    2ª Bateria - Desafio das Estrelas:

1º. Jaime Alguersuari (ESP), 33 voltas em 31min30s485
2º. Lucas Di Grassi (BRA), a 5s211
3º. Rubens Barrichello (BRA), a 5s353
4º. Felipe Massa (BRA), a 5s946
5º. Jérôme D’Ambrosio (BEL), a 6s515
6º. Antônio Pizzonia (BRA), a 6s997
7º. Ricardo Zonta (BRA), a 11s371
8º. Luciano Burti (BRA), a 14s500
9º. Marcos Gomes (BRA), a 14s791
10º. Hélio Castroneves (BRA), a 18s226
11º. Vitantonio Liuzzi (ITA), a 18s720
12º. Cacá Bueno (BRA), a 31s409
13º. Enrique Bernoldi (BRA), a 31s641
14º. Gianni Morbidelli (ITA), a 39s020
15º. Pietro Fittipaldi (BRA), a 46s241
16º. Allam Khodair (BRA), a 4 voltas


     Não terminaram:

Popó Bueno (BRA), 22 voltas
Max Wilson (BRA), 20 voltas
Adrian Sutil (ALE), 19 voltas
Tony Kanaan (BRA), 17 voltas
Christian Fittipaldi (BRA), 12 voltas
Tuka Rocha (BRA), 9 voltas
Xandinho Negrão (BRA), 2 voltas
Pastor Maldonado (VEN), 0 voltas
Jules Bianchi (FRA), desclassificado
Nelsinho Piquet (BRA), desclassificado
Vítor Meira (BRA), desclassificado
Leonardo Nienkotter (BRA), desclassificado
Bia Figueiredo (BRA), desclassificada


Fonte: http://tazio.uol.com.br/noticia/

Felipe Massa conquista primeiro pódio do ano no Desafio das Estrelas

Felipe Massa ficou com a terceira posição na primeira bateria do Desafio das Estrelas

     Felipe Massa largou em quarto, pulou para segundo e quase assumiu a liderança logo na largada, mas não conseguiu superar o francês Jules Bianchi, piloto de testes da Ferrari, que venceu a primeira bateria do Desafio Internacional das Estrelas, realizado neste sábado no Kartódromo Arena Sapiens, em Florianópolis. Massa ainda foi superado pelo espanhol Jaime Alguersuari que chegou em segundo, com o brasileiro conquistando o seu primeiro pódio no ano após o fracasso na Fórmula 1.

     A primeira bateria do Desafio Internacional só começou quando São Pedro se decidiu. Os karts chegaram a largar com pneu de chuva, mas com a pista seca a bateria foi interrompida e ficou decidido que haveria uma nova largada para que os pilotos pudessem colocar pneus de pista seca. No entanto, quando tudo estava preparado, a chuva voltou e todos os karts foram obrigados a reinstalar o pneu para piso molhado.

     "Foi uma corrida muito díficil, mas o Jules tava com um ritmo muito forte e eu andando muito igual o Jaime, mas foi muito legal. A chuva deu uma atrasadinha, mas correr com o pneu de seco na pista molhada não está no regulamento", disse Massa, apresentando seu colega de equipe e vencedor da primeira bateria. "Ele é um excelente piloto, uma promessa e conhece muito bem o kart."

     Logo na largada o italiano Vitantonio Liuzzi, pole-position, ficou para trás e perdeu a liderança para o francês Jules Bianchi com Felipe Massa, que largou em quarto. Rubens Barrichelo teve uma largada impressionante ganhando 16 posições e assumindo a oitava colocação.

     O francês abriu vantagem sobre Felipe Massa que ainda travou o melhor duelo da corrida contra Alguersuari, o qual ultrapassou o brasileiro e terminou em segundo. Nelsinho Piquet terminou em quarto, Antonio Pizzonia foi o quinto e Rubens Barrichelo com uma corrida impressionante, terminou no sexto lugar.

    Neste ano, a organização do evento anunciou mudanças no regulamento com as duas provas tendo o mesmo sistema de pontuação, diferente do sistema vigente nos outros anos que privilegiava a primeira bateria. Outra novidade é que agora o pole position da tomada classificatória de sábado ganha dois pontos.

     O Desafio acontece desde 2006 e é realizado anualmente por estrelas da velocidade. Na primeira edição, Felipe Massa foi o vencedor. Barrichello venceu em 2008 e Lucas de Grassi no ano passado. No entanto, o grande vencedor é o alemão Michael Schumacher que levou em 2007 e 2009.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/velocidade/ultimas-noticias/2011/12/03/

Japão: polícia investiga engavetamento com Ferraris e Lamborghini

Acidente envolveu 14 carros de luxo, entre eles oito Ferraris, um Lamborghini e três Mercedes. Foto: AFP

     A polícia japonesa investiga um acidente de trânsito no oeste do país no qual se envolveram 14 carros de luxo, entre eles oito Ferraris, um Lamborghini e três Mercedes, e que deixou dez pessoas levemente feridas.

     Segundo informa a rede NHK, o fato aconteceu neste domingo em uma estrada na província ocidental de Yamaguchi, quando o primeiro de um grupo de 20 veículos de luxo que viajavam em comboio sofreu um acidente. Os motoristas que vinham atrás tentaram esquivá-lo, sem sucesso, e os carros acabaram engavetados.
 
     Dez pessoas foram levadas ao hospital sem que nenhuma tivesse ferimentos graves por causa do choque, no qual as Ferraris e o Lamborghini no valor de várias centenas de milhares de dólares ficaram danificados, segundo a NHK. Os motoristas, um grupo de fãs de carros de luxo, viajavam em grupo de Kyushu (sul do país) até a cidade de Hiroshima (oeste).
 
     O acidente, que segundo as primeiras investigações pode ter sido causado por excesso de velocidade, obrigou o fechamento desse trecho da estrada durante seis horas.
 
     Fotos:
 
Segundo informa a rede japonesa NHK, o fato aconteceu neste domingo em uma estrada na província ocidental de Yamaguchi, quando o primeiro de um grupo de 20 veículos de luxo que viajavam em comboio sofreu um acidente  Foto: AFP

Policiais investigam os carros após o acidente que envolveu 14 carros de luxo   Foto: AP

Os motoristas, um grupo de fãs de carros de luxo, viajavam em grupo de Kyushu (sul do país) até a cidade de Hiroshima (oeste)  Foto: AP

O engavetamento teria se concretizado após os carros que vinham atrás do primeiro veículo acidentado não conseguirem frear e evitar as colisões sucessivas  Foto: AP

O acidente, que segundo as primeiras investigações pode ter sido causado por excesso de velocidade, obrigou o fechamento desse trecho da estrada durante seis horas  Foto: AP

Fonte: Terra

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Michelle Alboreto em Zolder (1984): octagésima nona vitória da Ferrari

    

     Com uma veloz dupla de pilotos formada por Niki Lauda e Alain Prost, a McLaren dominou a temporada 1984 de Fórmula 1.

     Embora a disputa tenha sido emocionante entre os dois pilotos da mesma equipe, o campeonato de construtores foi ganho com uma vantagem de 86 pontos sobre a Ferrari.

     Enquanto o austríaco Niki Lauda sagrou-se tricampeão mundial com uma vantagem de apenas meio ponto para o francês Alain Prost que, pelo segundo ano consecutivo, foi vice-campeão.


      A terceira prova do campeonato de 1984 era a corrida onde a Formula 1 fazia a sua estreia em pistas européias. Depois de Spa-Francochamps, no ano anterior, voltava-se a Zolder para a disputa do GP da Bélgica.

    A grande novidade desta corrida foi o regresso da Spirit, agora com motores Hart Turbo, e com o italiano Mauro Baldi ao volante. Com 28 pilotos inscritos, haveriam dois não qualificados neste Grande Prêmio. Na Arrows, a equipe iria estrear o modelo A7, com motores BMW Turbo, com Thierry Boutsen ao volante. Uma bela estreia em casa… Na Osella, Piercarlo Ghinzani recuperou-se das queimaduras e estava apto para correr.


     Em outra frente, havia uma nova guerra, mas de pneus: Pirelli, Goodyear e Michelin. Cada uma das marcas tinha compostos competitivos para conseguir o décimo de segundo mais rápido do que a concorrência, e em Zolder os melhores foram os que utilizaram os compostos americanos. Neste caso, os dois Ferrari de Michele Alboreto e René Arnoux monopolizaram a primeira fila do grid, com o italiano na pole. Na segunda fila estava Keke Rosberg, no Williams-Honda, tendo a seu lado o Renault de Derek Warwick, o melhor dos Michelin. Na terceira fila ficava o Lótus-Renault de Elio de Angelis e o surpreendente ATS-BMW de Manfred Winkelhock. Na quarta fila ficavam o Alfa Romeo de Riccardo Patrese e o McLaren-TAG Porsche de Alain Prost, e fechando o “top ten” tínhamos o Brabham-BMW de Nelson Piquet e o segundo Lótus de Nigel Mansell.

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     Niki Lauda partia da 14ª posição, enquanto que o Toleman de Ayrton Senna estava um pouco atrás, na 19ª posição. Stefan Belloff era 21º, o melhor dos motores Cosworth, à frente de Martin Brundle (22º) e Marc Surer (24º). 

 

     No dia da corrida, Alboreto dispara na frente, enquanto que Derek Warwick aproveita a má largada de René Arnoux e Keke Rosberg para chegar ao segundo posto. Atrás deles ficavam Arnoux, Rosberg, Winkelhock, De Angelis e Patrese. Mas o italiano da Alfa Romeo se retira na segunda volta, devido a uma falha na ignição. Pouco depois, Alain Prost ataca o quinto lugar de De Angelis, e consegue ultrapassar, mas tem problemas: na volta 5, o distribuidor de energia falha, e o francês volta a pé para as boxes. Depois disto, era a vez de Piquet, que tinha decidido fazer uma estratégia diferente em relação ao número de parada nos boxes, para poder atacar o Lótus do italiano. Assim, na volta oito, consegue a ultrapassagem e fica com o sexto posto, atrás do alemão da ATS.

      Tudo permanace assim até à volta 23, altura em que Piquet ultrapassa Winkelhock e fica com a quinta posição. Na frente, Alboreto continuava a liderar, com Warwick "na sua cola". As trocas de pneus alteram muito pouco as posições, mas Piquet consegue chegar ao terceiro posto, na troca de Keke Rosberg e René Arnoux, provando que não parar compensava. Pelo menos naquela altura… E à medida que o final da corrida se aproximava, parecia que a ordem de chegada iria ser esta: Alboreto na frente, seguido de Warwick, Piquet, Arnoux, Rosberg e De Angelis. A única coisa de anormal durante a segunda parte da corrida tinha sido o abandono do ATS de Winkelhock, na volta 39, vítima de um rompimento do tubo de escape, aliado a problemas elétricos.

     E nas cinco voltas finais, o drama acontece: primeiro Piquet tem uma enorme falha no seu motor BMW e fica a pé na volta 66. O terceiro lugar de Piquet foi herdado por Keke Rosberg, que lutou na segunda parte da corrida contra um mau jogo de pneus, mas que na parte final conseguiu ultrapassar Arnoux e herdar o terceiro posto. Contudo, na última volta… o consumo do motor Honda é maior do que se pensava e o finlandês é obrigado a reduzir para não ficar à pé. Assim, acaba perdendo o terceiro lugar para Arnoux e chega no quarto posto. Nos últimos lugares pontuáveis ficariam Elio de Angelis e o alemão Stefan Bellof, no seu Tyrrell-Cosworth.


      Melhores momentos do GP:



terça-feira, 29 de novembro de 2011

Um tabu que não explica o automobilismo brasileiro


     No último domingo, Nelson Piquet foi homenageado em Interlagos pelos 30 anos de seu primeiro título na F1. Ídolo controverso do esporte nos anos 1980, o tricampeão mundial deu quatro voltas com o Brabham BT49 e virou protagonista em um modorrento GP do Brasil, caracterizado pelo anticlímax e pelo irregular desempenho dos pilotos locais.

     Nostálgico, frustrante e irregular. Seria, portanto, a derradeira etapa da temporada uma síntese do automobilismo brasileiro em 2011, ou melhor, nos últimos anos? Unanimidades são perigosas, principalmente em um esporte complexo como a F1, mas uma definição como esta talvez possa abrir uma janela de reflexão ao amante do automobilismo no país.

     É fácil e viciante analisar o Brasil pela perspectiva do futebol e cravar que, como há 20 anos o país não conquista títulos na F1, o automobilismo local esteja em decadência. O argumento não é irrelevante, mas não é pelo “tabu” de duas décadas sem troféus que se pode explicar o desempenho ruim dos pilotos brasileiros.

     Assim, seria simples raciocinar que, por conta dos 58 anos sem títulos, a Itália, com seu público fanático, possui um automobilismo em decadência, ou a Alemanha, que esperou 44 anos para ver um campeão na F1, nunca teve pilotos significativos no esporte antes de Michael Schumacher.

     Mais relevante seria entender por que a F3 Sul-Americana – que revelou nomes como Christian Fittipaldi, Ricardo Zonta e Bruno Junqueira no passado – conta com apenas seis pilotos no grid e a F-Futuro possui pouco apelo comercial às grandes empresas. Faltam resultados ao automobilismo brasileiro, mas também falta discussão: os maniqueísmos herdados da cultura do futebol – que, de certa forma, possuem um grande valor lúdico, mas não analítico – podem cegar o público e até a imprensa na avaliação do problema.

     Feita a ressalva, pode-se concluir que, de fato, os números em 2011 são ruins e o desempenho dos brasileiros é preocupante, em especial Felipe Massa. Se levarmos em conta que, nas outras cinco temporadas sem pódios brasileiros – 1976, 1977, 1979, 1996 e 1998 –, as máquinas disponíveis para os tupiniquins não eram as melhores, a situação do paulista não é boa.

     Além de sustentar o ônus de não ter conquistado nada melhor que um quinto lugar em 2011, Massa ainda viu o companheiro de equipe Fernando Alonso conquistar uma vitória em Silverstone e 10 pódios ao longo do campeonato.

     Nada disso, porém, tem a ver com o Brasil, como nação e “entidade”, na F1. Analisando organogramas de equipes como Virgin, Toro Rosso e até a “italiana” Ferrari, sabe-se que, em um esporte individual e multinacional, o tabu de uma “temporada brasileira sem pódios” nada mais é que uma generalização. Um sentimento de nostalgia aliado à frustração herdada de conceitos que não condizem com o esporte.

Massa admite pressão por resultados em 2012


    A única pressão sofrida por Felipe Massa no que será uma campanha crucial para o brasileiro na F1 em 2012 é a imposta por ele mesmo.

     Enquanto os chefes da Ferrari fazem questão de que Massa rebata os críticos e redescubra o desempenho que o deixou próximo do título em 2008, o piloto se diz consciente do quanto a próxima temporada será fundamental para seu futuro na F1.

     Ele, no entanto, nega que esteja incomodado com o peso exercido pela expectativa de seus chefes e, dentro de si, sabe que pode fazer melhor.

     “A pressão vem do meu lado”, explicou. “Cobro muito de mim, então acredito que me importo mais com minha cobrança que a dos outros.”

     “Você sempre tem pressão na F1, principalmente em grandes equipes como a Ferrari, portanto me importo mais com a minha cobrança e sei que posso fazer mais.”
Massa afirmou que o fato de não subir ao pódio neste ano não tem nenhum significado, pois sabe que nesta temporada não fez tudo que é capaz.

      “Com certeza, não foi positiva, mas também sou um dos pilotos na Ferrari que conquistaram mais pódios”, disse. “Então não é como se eu nunca tivesse conquistado um pódio ou lutado por vitórias. Tenho 11 vitórias e muitos pódios.”

Coulthard: “Massa foi o piloto mais decepcionante de 2011”


     David Coulthard fez uma lista destaques da temporada de 2011 na sua coluna no jornal inglês “The Telegraph” desta semana e elegeu Felipe Massa como a principal decepção de 2011.

     O escocês explicou que vários pilotos tiveram atuações abaixo do esperado, mas que o brasileiro se colocou em uma situação difícil dentro da Ferrari.

     “Não quero dizer ‘pior’ piloto do ano, pois claramente não existe um piloto ruim na F1. Mas claramente alguns pilotos tiveram atuações bem abaixo do esperado, especialmente Felipe Massa, da Ferrari, Lewis Hamilton, da McLaren, e Mark Webber, da Red Bull”, explicou o ex-piloto.

     “Eu provavelmente daria o prêmio para Felipe por nenhuma razão melhor do que o fato dele não ter vencido uma corrida. Na verdade, ele não terminou melhor do que quinto. Ele está em gelo fino em Maranello”, completou Coulthard.

        Massa encerrou a temporada sem nenhum pódio, contra dez do seu companheiro de equipe, Fernando Alonso, que ainda conseguiu uma vitória, no GP da Inglaterra.

      O escocês também elegeu Vettel como o melhor piloto, mas fez algumas considerações lembrando as boas temporadas de Alonso e Jenson Button.

     “Fernando Alonso fez um ano brilhante com a Ferrari, que estava sofrendo para acompanhar [os rivais], enquanto Jenson Button conseguiu não só bater o seu companheiro de McLaren, Lewis Hamilton, mas também Alonso e a Red Bull de Mark Webber, que estava pilotando o mesmo carro de Vettel, o que foi admirável. Mas Sebastian foi o destaque, sem dúvida”, afirmou Coulthard, que apontou o GP do Canadá como melhor corrida da temporada.

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