quarta-feira, 23 de março de 2011

Cuidados com Miniaturas: Parte 03

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Restauração da Miniatura

     Já no quesito restauração, tudo é muito delicado e deve ser avaliado caso-a-caso. Por exemplo, é comum a pintura descascar, se isto ocorrer, você pode retocar a pintura, mas deve ter a certeza de obter a tinta na cor exata. Para tal, busque referências, faça comparações e tenha em mente que a cor de uma tinta seca é bem diferente da molhada. A utilização de pincéis deve ocorrer somente quando são pequenos "picos" na pintura, pois se o espaço for maior, o resultado será terrível, uma vez que, certamente, as pinceladas ficarão evidentes. Também evite as tintas em spray, pois o  resultado final poderá apresentar o aspecto de "casca de laranja". Para pintar superfícies maiores que pequenos picos, é necessário um aerógrafo, que você encontrará nas melhores casas do ramo.

     Se o defeito for dobradiças quebradas por exemplo, descarte a solda, pois normalmente é inviável soldar o Zamac (liga metálica que compõe a miniatura). A alternativa para estes casos, bem como para partes plásticas danificadas é a utilização de colas fortes, estilo Super Bonder, mas nunca coloque a cola diretamente no ponto a ser colado, pois é muito comum um excesso de cola sair e você "inundar" sua mini com o produto. Portanto, a dica é colocar um pouco de cola em uma tampinha e com um alfinete ou palito de fósforo ou dente, colher um pouco de cola e colocar no ponto a ser colado, até obter a fixação.

    Em caso de pneus rachados, a dica é utilizar colas com base de silicone para colar os mesmos e, se houver partes faltantes, pode-se preencher com massa epoxi, técnica utilizada no plastimodelismo.

    Acredito que com estas dicas, você evitará os danos mais comuns e recuperará pequenos defeitos, mantendo a beleza original de sua miniatura.

Fonte: Mercado Livre



terça-feira, 22 de março de 2011

Cuidados com Miniaturas: Parte 02

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Armazenamento

     Ao iniciar uma coleção de miniaturas de automóveis em escala, normalmente não nos preocupamos em como armazenar nossa coleção, tal erro ou distração pode custar muito caro, podendo causar danos irreparáveis na miniatura, portanto, todo o cuidado no armazenamento da miniatura se faz necessário.

Onde armazenar suas miniaturas:

1) Cristaleiras: As velhas cristaleiras da vovó estão sendo resgatadas e, depois de uma pequena restauração (pintura, base anti-mofo e cupím), tornan-se um lugar muito bom para o armazenamento de minis. Como pontos positivos é preciso ressaltar o médio ou baixo custo, pois são facilmentes encontradas, possuem um espaço amplo com prateleiras, de vidro ou madeira, além de serem fechadas com portas de vidro, proporcionando um local bonito, amplo, bem visível e seguro do pó para suas minis. Procure por cristaleiras que tenham prateleiras bem fixadas e fortes, que possuam portas de vidro com chave e, que não possuam grandes frestas nas portas, para evitar a entrada excessiva de pó na cristaleira;

2) Displays: Muitos colecionadores mandam confecionar displays específicos para suas coleções, normalmente são mini-estantes com nichos individuais (como uma colméia) para cada miniatura, forrados com feltro, com portas de correr ou de abrir de vidro ou acrílico transparente (cristal), crus ou pintados, confeccionados em MDF (que evita a ação de cupins). Há displays já prontos para diversas escalas de miniaturas, 1:64, 1:38, 1:24, 1:43 e até 1:18, perfeitos para sua coleção de miniaturas de automóveis de metal (diecast);

3) Manter nas caixas originais: Alguns colecionares para evitar a ação do pó, mantém suas miniaturas nas caixas originais. Assim, além da proteção, conseguem manter a originalidade do produto e preço de revenda;

4) Bases individuais: Dependendo da escala das miniaturas, muitos colecionadores optam por bases individuais com tampas de acrílico. Esta é uma opção muito boa, pois é possível visualizar bem a mini pela tampa de acrílico, abri-la e manusear normalmente e, além disto, pode ser colocado em estantes e prateleiras com total segurança contra o pó. Dependendo da escala de sua miniatura, não é possível encontrar bases com tampas, somente as bases, mas também é uma ótima opção (mesmo sem tampa), pois ao colocar uma miniatura em uma base, ela é valorizada no sentido estético de apresentação.

Fonte: Mercado Livre

Cuidados com Miniaturas: Parte 01

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Limpeza e Polimento das Miniaturas


     A principal pergunta de todo o colecionador e como limpar uma miniatura. As miniaturas são objetos frágeis e suas pinturas mais delicadas ainda, pois a camada é tão fina que qualquer coisa pode removê-la. Ao comprar uma miniatura de metal em escala que esteja suja, sempre limpe a parte externa com um pano macio e seco, se não adiantar, umedeça o pano, com água e um “pouquinho” de detergente neutro, e limpe com movimentos leves, para evitar estragar algum adesivo.

    A parte interna deve ser limpa com cotonetes úmidos e depois com cotonetes secos, não deixe molhado, pois pode ocasionar mofo.

    Se mesmo após a limpeza a pintura estiver muito “apagada”, é hora do polimento.

     Agora pensando no polimento, você deve ter à mão os seguintes itens: flanela, algodão e cera automotiva ou lustra-móveis, em seguida, aplique com o algodão um pouco de cera automotiva (ou lustra-móveis). De preferencia o lustra-móveis, pois é um produto mais suave que a cera e de excelente resultado, além de ser muito mais fácil de ser removido. Aplique com cuidado, em movimentos circulares e espere um pouco até secar. Remova com uma flanela e dê o polimento final com algodão limpo.

    Caso seja necessário, limpe os pneus e outras partes de plástico ou borracha com cotonete e um pouco de silicone liquido, usado para dar brilho em plásticos de automóveis. Duas dicas: evite aplicar qualquer desses produtos sobre adesivos e, sempre que pegar um modelo com as mãos, limpe-o em seguida com uma flanela. A gordura e ácidos presentes nas mãos podem, com o passar do tempo, danificar a pintura.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Novas regras da F1 favorecem equipes pequenas, diz Massa

 . Foto: Divulgação    
 
     Com a troca para os pneus Pirelli, a movimentação nos boxes devem ser mais intensas na temporada 2011 da Fórmula 1. A alteração pode servir como esperança para as equipes menores, segundo o piloto brasileiro Felipe Massa, que vai correr pela Ferrari ao lado do espanhol Fernando Alonso. Massa comentou o assunto ao responder perguntas feitas pela imprensa brasileira. O Terra também participou do questionário respondido pelo ferrarista.
 
     "O aumento dos pit stops poderá mesmo provocar algumas surpresas e, evidentemente, favorecerá as equipes pequenas que, talvez, possam se encontrar naquela condição de nada ter a perder e causar alguma coisa inesperada", disse o brasileiro.
 
     Massa já afirmou que os novos pneus não o agradam, tendo problemas principalmente com os dianteiros. Um dos grandes desafios do ano será adaptar-se ao equipamento o quanto antes. "Esta será a chave da temporada, mas é preciso diferenciar os treinos classificatórios e a corrida. No qualifying o tempo virá logo na primeira volta, enquanto na prova será preciso muita atenção para administrar os pneus com cuidado", completou.
 
     A temporada ainda terá como atrativos a volta das asas traseiras móveis e do sistema Kers, ambos já usados pelas equipes nos testes de início de ano. As alterações devem fazer com que o número de ultrapassagens aumente. Massa, no entanto, defende que o rendimento dos pneus será o verdadeiro responsável pelo maior número de trocas de posições nas corridas.
 
     Outra importante mudança está nos volantes. Com mais botões e comandos, já se discute a possibilidade de o risco de acidentes aumentar. O piloto brasileiro não concorda com a tese."Não acredito que mude tanto em relação ao que estávamos acostumados. Quando a eletrônica estava liberada tínhamos de cumprir várias funções com o volante durante uma volta. Mesmo no ano passado, por exemplo, tínhamos um 'flap' dianteiro móvel e os dutos de ar. Como sempre, é só uma questão de costume", finalizou Massa, que estreia no GP da Austrália, no próximo domingo.
 
    Obs: só espero que o jogo de equipe, não venha por a prova todas as mudanças que estão sendo feitas para tornar a Fórmula 1 mais competitiva. Ver, mais uma vez, aquela voz em inglês, mas com sotaque italiano, dizendo que o Felipe está mais lento do que o Alonso, e ainda confirmar com o piloto se ele entendeu a mensagem, seria demais para minha cabeça......
 
Fonte: Terra   
 

sábado, 19 de março de 2011

Ferrari 250 GT Drogo, Breadvan ou "Carro de Pão"

Lançamento da Ferrari FF remonta momento histórico

     Nos anos 60, um fato marcou a trajetória da F 250 GTO. Após Enzo Ferrari recusar vender uma unidade para Giovanni Volpi, proprietário da Scuderia Sereníssima Republica de Venezia, o dono da equipe recorreu ao engenheiro Giotto Bizarrini e a Piero Drogo, encarroçador, a construção de um carro de competição usando como base o chassi de um F 250 GT SWB. O modelo construído artesanalmente acabou por roubar um pouco do brilho do GTO "original" nas pistas.

     Bizarrini adaptou as mesmas ideias que os engenheiros usaram na construção do GTO, ou seja, conceitos aerodinâmicos criados por Wunibald Kamm nos anos 1930. O alemão já defendia que o desenho da traseira era fundamental para uma aerodinâmica acertada para favorecer o desempenho do carro.

     Ainda hoje o conceito chamado de "Kamm Tail", ou "K-Tail" é reconhecido. O modelo construído pelos italianos usava o V12 de 3.0 litros do 250 Testarossa, montado numa posição ainda mais recuada que no GTO, para melhor distribuição de peso.

    A competitividade do carro era evidente, ao cravar voltas mais rápidas no circuito de Le Mans que as GTO oficiais. O modelo recebeu o apelido de "Breadvan", ou "carro de pão" e foi utilizado até 1966, quando o carro foi vendido para os Estados Unidos, onde continuou a ser utilizado nas pistas e nas ruas, até finalmente ser guardado como item de coleção.

    Quem teve o privilégio de conduzir o "Breadvan" afirma que é um carro fácil de conduzir até as 4500 rpm, mas a partir desse regime, o comportamento do carro se altera radicalmente, já que todos os quase 300 cv surgem repentinamente, tornando o carro mais difícil de ser controlado.



Fonte: do AutoMotor/Portugal exclusivo para MotorDream

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ferrari F 50 GT (1996)







Miniatura de escala 1:38, que faz parte da coleção “SHELL V-POWER”, lançada pelos Postos Shell (esta, em especial, com parceria da Helix) no ano 2009. A miniatura é de plástico e apresenta controle de direção programável. 

Sobre o modelo F 50 GT

     Versão de competição da Ferrari F50, destinada para uso na BPR Global GT Series e reconhecida pela frente e pela asa traseira, diferentes da original. Neste modelo, o motor ganhou quase 200 cv extras e o carro perdeu 400 Kg. No entanto, a Ferrari decidiu não colocar o F 50 GT em produção e apenas 3 unidades foram construídas, vendidas sob a condição de nunca participarem de competições ( um protótipo e dois montados - não preciso dizer que os clientes foram devidamente selecionados). Na pista de Fiorano, Nicola Larini, ex-piloto da Fórmula 1, conseguiu ser mais rápido com um F 50 GT do que com um F 333 SP, prorótipo que corria em uma categoria superior  a da F 50 GT.

      Possui motor de 4,7 litros, 12 cilindros em "V", 60 válvulas (5 por cilindro) com injeção multiponto e de posição central. O câmbio é sequencial de 6 marchas, e o sistema de freios a disco ventilado nas quatro rodas.

     Acelera de 0 a 100 Km/h em 3,3 segundos e possui aceleração máxima de 380 Km/h.     

    O Ferrari F 50 GT era, de fato, um F1 adaptado para ser utilizado na estrada: a estrutura era construída numa única peça monolítica de carbono, na qual eram depois encaixadas as suspensões e os mecanismos.

     "Una macchina potente che ha avuto una carriera breve, ma impressionante a causa della concorrenza e della potenza del motore".

      Grazie.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Ferrari FF - Uma Ferrari Diferente


     "Uma Ferrari muito diferente.” Essa foi a promessa de Luca di Montezemolo, presidente da marca, antes de apresentar o modelo FF no Salão de Genebra, entre os dias 3 e 13 deste mês de março. As especulações correram soltas a respeito desse carro fora do convencional. Depois de palpites sobre uma versão Gran Turismo de quatro lugares, os rumores mais fortes recaíram sobre uma shooting brake, perua esportiva de duas portas.

     Apesar das desconfianças, o modelo parece manter o espírito valente de um bom Ferrari e resgata o estilo impressionante dos caros 4 lugares da marca. A inovação vem por conta da tração integral (4 x 4).

     Grazie.
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