Felipe Massa voltou a conviver com boatos sobre sua saída da Ferrari. Nesta sexta-feira, Luca di Montezemolo, presidente da equipe italiana, reforçou que o brasileiro continuará na escuderia em 2012 e manifestou seu apoio a ele.
As especulações sobre o futuro de Massa aumentaram após o desempenho discreto do piloto nesta temporada. No último domingo, o brasileiro foi apenas o 11º colocado no GP da Turquia após problemas em suas paradas nos boxes.
Em entrevista à CNN, Montezemolo foi questionado se o futuro de Massa estava assegurado na Ferrari. “Sim, sim. Ele tem contrato conosco para este e para o próximo ano. Não há questões sobre isso”, afirmou.
O presidente da Ferrari também elogiou Fernando Alonso e espera que o espanhol continue na escuderia por um longo período. O piloto levou a Ferrari pela primeira vez ao pódio neste ano ao terminar o GP da Turquia em terceiro lugar.
“Alonso é muito, muito forte. Ele é um dos melhores pilotos que já vi, com muita força mental e cobrança à equipe, mas de um modo construtivo e muito próximo ao time. Quero tê-lo por muito tempo”, completou.
Nesta sexta-feira, Luca di Montezemolo voltou a criar polêmica. Em entrevista à CNN, o presidente da Ferrari afirmou que as equipes de Fórmula 1 podem formar um campeonato próprio a partir de 2013.
De acordo com Montezemolo, tudo dependerá do interesse da News Corporation na modalidade. O grupo pode se unir à Exor, que tem fortes laços com a Fiat, o que fez aumentar os boatos sobre um possível racha na F-1.
O presidente da Ferrari disse que “todas as opções estão abertas no momento”. Montezemolo sugeriu que “não há razões” para as equipes renovarem seus contratos com a CVC, grupo de investimento que é acionista majoritário da F-1.
“Acho que precisamos ser muito pragmáticos. No fim de 2012, o contrato de cada equipe com a CVC expirará. Então, temos três alternativas. Renovamos com a CVC ou, como os times de basquete fizeram nos EUA com grande sucesso, criamos nossa própria companhia, como a NBA, apenas para disputar as corridas, negociar a transmissão pela TV, essas coisas. A terceira seria encontrar um parceiro diferente”, explicou Montezemolo.
O presidente da Ferrari já havia ameaçado deixar a Fórmula 1 por conta das mudanças nas regras para esta temporada. Ele voltou a criticar as alterações. “Fomos muito longe com elementos artificiais. É como se eu falasse para os jogadores de futebol usarem tênis em um jogo na chuva. Ter tantos pit stops... Ouça, quero ver competição, carros na pista. Não quero ver disputa nos boxes”, disparou.
Montezemolo citou o elevado número de paradas nos boxes no GP da Turquia como argumento para suas críticas. “Na última corrida, foram 80 pit stops. É muito. As pessoas também não entendem, pois quando um piloto sai dos boxes não sabe em qual posição está.. Acho que fomos muito longe com os carros, com muitos botões. O piloto fica focado neles, ou se tem autorização para ultrapassar”, comentou.
Prost foi demitido às vésperas do GP da Austrália de 1991, após ter dito que o carro da Ferrari "parecia um caminhão." Mas isso foi apenas "a ponta do Iceberg", pois o relacionamento do francês com a equipe de Maranello já ia de mal a pior, há muito tempo. Primeiro que Prost não admitia ser tratado como segundo piloto dentro da Scuderia, principalmente, tendo em vista o que havia acontecido com ele na McLaren, quando foi companheiro de Ayrton Senna. Então, imaginem, Mansell e Prost juntos, ambos com "EGOS" do tamanho do Mundo, no que isso poderia resultar? Com certeza, boa coisa, não! Tanto que o presidente da Ferrari na época teve que marcar uma reunião com os dois, para que os ânimos se acalmassem. E aí, o problema era com a Ferrari? Em segundo, fico pensando na possibilidade de que o apelido "professor" possa, também ter surgido em função da personalidade arrogante e chata deste grande campeão. Ayrton dizia que Alain reclamava tanto dos carros, que pilotava, porque não era capaz de acertá-los com sua equipe de box. Talvez sim, talvez não, mas o que realmente acontecia na McLarem era o trânsito de mecânicos de Prost indo perguntar para os mecânicos de Senna, o que haviam feito para acertar o carro daquela forma.
Outro ponto que me chama a atenção, são os resultados obtidos pelo francês, nos dois anos de contrato com a Ferrari, principalmente no último ano. Esquecendo o famoso nome e seus indiscutíveis títulos mundiais (com exceção, é claro, do título de 1989 - in memoriam - Jean Marie Balestre - eterno adorado de nós brasileiros), qual piloto não teria sido demitido por falta de competência!!! Então, o que esperar da alta cúpula da Ferrari frente ao apelo dos torcedores ferraristas em todo o planeta?
Então senhores, indiscutivelmente, acredito que "caminhão" deve ter sido o tamanho da paciência que toda a equipe do cavalinho rampante deve ter tido para com este cidadão. Ou melhor, "caminhão" deve fazer referência aos milhões de dolares que ele recebeu para pilotar uma das macchinas rossas. Ou ainda, "caminhão" era o que a Ferrari deveria ter adaptado no carro para que aquele pequeno nariz não atrapalhasse na aerodinâmica da máquina!!!
Apesar de Senna ser campeão em seu primeiro ano ao lado de Prost na McLaren em 1988, a rivalidade começou no GP de San Marino de 1989. O brasileiro quebrou o combinado de que um não ultrapassaria o outro após a primeira curva, ultrapassou o francês e venceu a prova. Indignado, Prost deu o troco em Suzuka, jogando o carro em cima de Senna (que foi desclassificado por ter recebido ajuda para voltar para a pista) para ficar com o título. Em 1990, foi a vez de Senna acertar Prost, já na Ferrari, logo na primeira curva da pista japonesa para ser bicampeão.
No dia 21 de outubro de 1990 a F1 chegava a Suzuka para decidir o Campeonato Mundial. Para Senna era só terminar a corrida à frente de Alain Prost para garantir seu segundo título na categoria. Entretanto, revoltado com a polêmica de 1989, também em Suzuka, Ayrton Senna, da McLaren, decidiu dar o troco no ex-companheiro Alain Prost, agora na Ferrari, jogando o seu carro contra o carro (F1 641) do ex-companheiro, logo na primeira curva do circuito. Senna vinha por dentro e Prost por fora, a colisão foi inevitável, e na sequência, ambos foram parar na caixa de brita. Ninguém se feriu, mas a ingenuidade do "professor" foi maior do que muitos esperavam.
Já, Ayrton disse que se confundiu e acabou trocando o pedal do freio pelo pedal do acelerador. Será?
Mais de quatro meses depois da última corrida, em Monza (1955), a Formula 1 partia para a nova temporada sem a presença da equipe Mercedes, que tinha decidido se retirar da competição após o acidente das 24 Horas de Le Mans (em junho de 1955), matando mais de oitenta pessoas e causado indignação geral e imensas corridas canceladas ao longo daquele ano.
Assim, a temporada começa com a Ferrari e Maserati presentes em Buenos Aires. Mas a distância impedia que outros construtores, como a Gordini e a BRM, pudessem participar da corrida argentina, e apenas treze carros estavam presentes na lista de inscritos. Na Maserati, havia as inscrições oficiais de Stirling Moss e do francês Jean Behra, além dos argentinos Froilan Gonzalez e Carlos Menditeguy, do italiano Luigi Piotti e do brasileiro Chico Landi. Mike Hawthorn também corria num Maserati, mas a inscrição tinha sido feita pela BRM, que não tinha aprontado o seu modelo a tempo, para correr na Argentina. Outro Maserati inscrito tinha sido o uruguaio Alberto Uria.
Na Ferrari, que usava o modelo D50, construido inicialmente pela Lancia, tínhamos o campeão do mundo, Juan Manuel Fangio que, por sua vez, tinha como companheiros de equipe o italiano Luigi Musso, Eugenio Castelloti, o britânico Peter Collins e o belga Olivier Gendebien.
Nos treinos, as Ferrari foram melhores. Em um grid formado em 4-3-4-3, Fangio ficou à frente de Castelotti, Musso e Behra na primeira fila, enquanto que a seguir vinha o veterano Froilan Gonzalez, Carlos Menditeguy e Stirling Moss, e na fila a seguir estavam Mike Hawthorn, Peter Collins, Olivier Gendebien e o brasileiro Chico Landi.
No dia da corrida, Moss sofre um incidente enquanto se preparava para entrar no seu carro. Uma das rodas passou em cima do seu pé (direito), justamente o pé responsável pela aceleração. Na largada, Musso assume a liderança, mas logo é ultrapassado por Gonzalez, que, por sua vez, é pressionado por Menditeguy. Atrás, Fangio lutava contra um carro que tinha problemas mecânicos e arrastava-se pelo pelotão. Na volta 22, para definitivamente o seu carro nos boxes e a equipe Ferrari chama Musso, para que este ceda o seu carro para o piloto argentino.
Na frente, Gonzalez, Menditeguy e Castelloti lutavam pela liderança, mas pouco depois, Gonzalez abandona, com problemas de motor. Atrás, Fangio passa Behra, mas comete um erro e perde tempo. Na volta 40, Castelloti tem a sua caixa de marchas quebrada, e na volta seguinte, o mesmo acontece a Menditeguy, que era o lider. Moss herdou a posição, apesar das dores, mas depois começou a ter problemas devido a um vazamento de óleo e tem que ir aos boxes.
Mais atrás, Fangio alcança novamente Behra e ultrapassa-o. Parte, então, para cima de Moss, que tinha voltado à pista mas continuava a ter problemas com o seu carro, pois o vazamento de óleo persistia. Na volta 74, Fangio obtem à liderança e abre uma larga vantagem para o britânico, seu ex-companheiro de equipe na Mercedes. Pouco depois, Fangio comete um excesso e sai da pista, mas consegue controlar o seu carro. Quase ao mesmo tempo, o motor de Moss quebra e este desiste.
Assim, Fangio só tem que levar o seu carro até ao fim e receber a bandeira quadriculada, conseguindo a vitória e começando bem o campeonato. Jean Behra foi o segundo e, Mike Hawthorn completou o pódio, a duas voltas do vencedor. Atrás, o italiano Gerino Gerini levava o seu carro até o quarto posto, já que o brasileiro Chico Landi sentiu o peso dos seus então 47 anos. O belga Olivier Gendebien ficou com o último lugar pontuável.
A passagem de Ivan Capelli pela Scuderia Ferrari significava a concretização de um velho sonho: representar a equipe mais emblemática da Formula 1. Mas o ano de 1992, que tinha tudo para ser um sonho, se tornou um autêntico pesadelo. Para começar, o chassis F 92A, desenhado porJean Claude Migeot, com fundo duplo, veio a tornar-se um pesadelo aerodinâmico para ele e para o seu companheiro, o francês Jean Alesi, pois era um carro difícil de guiar e lidar. Ambos desistiam frequentemente, e até Capelli foi protagonista de um momento cômico, quando se perdeu sozinho em Mônaco, em baixa velocidade.
Capelli rodou na volta 59 e conseguiu ficar capotado de uma maneira inusitada na Rascassi. Dessa foram, mais uma vez, ele ficava sem pontuação e deixaria sua situação cada vez mais complicada na Ferrari.
A corrida foi vencida por Ayrton Senna, que deixou para trás as duas Williams (Mansell e Patrese), consideradas imbatíveis, naquela temporada.
No qualifying, Ascari obteve a pole position com o novo Lancia D 50, tendo Fangio, Hawthorn (Ferrari 553) e um surpreendente Harry Schell ( Maserati) completando a primeira fila. A segunda fila, por sua vez, era composta por Villoresi, Moss e Musso.
No início, Schell obteve a liderança de Hawthorn, que era seguido por Ascari e Maurice Trintignant (que tinha feito uma ótima largada). Isso durou apenas algumas voltas, pois Ascari tentou ultrapassar Villoresi, mas acabou abandonando com um problemas de freio. Mais algumas voltas, e Schell estava nos boxes com problemas de embreagem.
Schell conseguiu voltar à liderança, mas ele tinha Trintignant e Hawthorn muito próximos.Schell sucumbiu a pressão e acabou rodando, caindo para quarto lugar, atrás de Fangio. Mais tarde, Schell se retirou do GP por problemas na caixa de marchas.Trintignant também teve problemas e Hawthorn foi deixado sozinho na liderança com uma grande vantagem sobre Fangio. O argentino não conseguia alcançar Hawthorn porque seu carro apresentava problemas relacionados a um vazamento de óleo.Isto permitiu que Musso conseguisse ultrapassar o Campeão do Mundo, assumindo a segunda posição. Mas Fangio terminaria em terceiro lugar.