quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Ferrari P4/5: o sonho de um milionário

   
     O Ferrari Enzo é um dos carros mais exclusivos do mundo. Como já se tornou lenda, não é qualquer pessoa que pode comprá-lo, mas apenas as pessoas escolhidas pela fábrica de Maranello. Imagine, então, que o dono de uma das unidades deste carro tenha dinheiro suficiente para querer ainda mais, pedindo ao estúdio Pininfarina que a personalize, criando um carro único. Imaginou? Nem precisava... Dê uma olhada no carro acima, o Ferrari P4/5. Ele é a materialização de tudo o que foi descrito.


     James Glickenhaus, um colecionador norte-americano, queria que seu Enzo se parecesse mais com um esportivo da década de 1960. Quem melhor para fazer a modificação que a empresa que o desenhou? Glickenhaus não teve dúvidas e foi bater na porta da Pininfarina para a recriação de seu automóvel, que se encantou com a possibilidade oferecida pelo colecionador.


     “Este projeto representa um desafio excitante, que era o de atender as demandas do cliente da melhor forma possíve sem deteriorar o enfoque da empresa, baseado em estilo e inovação”, disse Andrea Pininfarina, presidente do mítico estúdio.


       O ponto de partida foi a idéia de fazer um carro com extrema vocação esportiva. Não apenas um carro de apresentação, mas um veículo para ser usado (e aproveitado) na estrada.



     Depois da criação dos desenhos, o estilo final foi definido com modelagem em computador. Mais de 200 componentes foram especificamente desenvolvidos para o P4/5, como os faróis bixenônio com o inovador sistema de leds brancos e amarelos e as rodas de 20 polegadas, esculpidas a partir de um bloco único.


     A carroceria, como não poderia deixar de ser, são feitas inteiramente em fibra de carbono. A capota não existe, ou melhor, ela forma um conjunto único com o pára-brisa. Portas-tesoura garantem o acesso ao interior.


     No que se refere ao belo motor, um V12 de 5.998 cm³ e 650 cv a 7.800 rpm, com torque de 67,4 kgm a 5.500 rpm, ele é coberto por uma capa transparente em formato de gota ladeada por dois escapes recobertos de cerâmica, dando a aparência de esportivo da década de 1960 que Glickenhaus tanto queria.

     

      Para garantir que o P4/5 conseguisse os mesmos números de desempenho do Enzo, ou seja, 0 a 100 km/h em 3,6 s e velocidade máxima de 347 km/h, com o mesmo silêncio e conforto proporcionado pelo carro original, o P4/5 foi extensivamente testado em túnel de vento no centro de pesquisa de Grugliasco, em Turim, na Itália. Isso faz com que todos os apêndices aerodinâmicos do carro funcionem, o que nem poderia deixar de acontecer, considerando o desempenho que o carro tem. Além do exterior, todo o interior do carro seguiu os pedidos feitos pelo colecionador norte-americano.


     Um carro tão especial não poderia encontrar lugar melhor para ser exposto ao público pela primeira vez: o Pebble Beach Concours d’Elégance, considerado o evento de carros antigos mais importante do mundo. “A Pininfarina tem sido um participante importante do mundo automotivo há décadas, como diversos projetos nossos já demonstraram. O P4/5 e o Ferrari 612 Scaglietti “K”, apresentado em Villa D’Este, nos dá a chance de mostrar nossa excelência em criatividade, disponibilizando nosso know-how a clientes especiais de modo a oferecer uma verdadeira experiência pessoal que vai muito além de simplesmente permitir que eles desenhem seus próprios automóveis”, disse Pininfarina.
  


Ferrari e Maserati esquecidos, só foram lembrados 40 anos depois…

italian barn find trio of rare luxury vehicles up for grabs Ferrari e Maserati esquecidos, só foram lembrados 40 anos depois...

     Você alguma vez já esqueceu as chaves do carro, ou a carteira, ou algum outro objeto? Bom no Texas, EUA, um homem foi muito além desse pequeno lapso tão comum entre grande parte das pessoas… Ele se ‘esqueceu’ de três raridades que fariam os colecionadores irem à loucura.
 
     Os artigos correspondem a nada menos que uma Ferrari Dino 246 GTS 1974, outra Ferrari 365 GTB/4 Daytona 1972 e um Maserati Bora Coupe 1977! E, imagine… Ficarem ‘esquecidos’ por 40 anos guardados dentro de um galpão. A Mecum Auctions, casa de leilões, especializada em carros clássicos, revelou que o modelo ficou guardado no galpão de um amigo do piloto italiano Luigi Chinetti pioneiro nos EUA, abrindo a primeira concessionária da Ferrari no país, após a segunda guerra.

     O Maserati, que faz parte de um seleto lote de 275 veículos, possui a carroceria desenhada pelo estúdio Giugiaro e um motor V8 de 4.9 l que gerava 275 cv podendo fazê-lo atingir os 285 Km/h. A Dino 246 GTS é equipada com motor seis cilindros de 2.4, já o diferencial da Daytona é o motor V12 de 4.4 l, seis carburadores Weber, obtendo os 347 cv, o suficiente para levá-la aos 280 Km/h.

     Além disso, outro dado que eleva ainda mais o valor dos carros é que eles possuem uma quilometragem muito baixa. A Dino, 4.683 km, a 365 GTB 15.700 km e o Masserati só 1.573 km. Ah fala sério, podia ter esquecido por aqui…

Fonte: CarMagazine

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Briatore diz que Alonso merece ser melhor piloto da história

Flavio Briatore elogiou Alonso e não descartou a chance de voltar a trabalhar com piloto espanhol

     O italiano Flavio Briatore, diretor da equipe Renault, pela qual Fernando Alonso ganhou dois títulos mundiais de Fórmula 1, afirmou que o espanhol "merece ser o melhor piloto da história" e não descartou a possibilidade de voltar a trabalhar com ele.

     "Fernando merece ser o melhor piloto da história. Decidiu ficar na Ferrari até terminar sua carreira e espero que a equipe lhe dê um carro para que possa ganhar mais títulos que (Michael) Schumacher", declarou Briatore à rádio espanhola Onda Cero.

     Para o italiano, "há cinco ou seis pilotos muito bons e Fernando é o melhor. Depois estão Hamilton, Vettel, Button e Webber. Se Fernando guiasse um Red Bull, ganharia com uma diferença enorme".

     Briatore lembrou o primeiro título mundial do espanhol: "O primeiro sempre é melhor e mais lindo. A primeira vez foi muito emocionante porque Fernando era muito jovem. Tínhamos apostado muito nele, sentia que era fenomenal, especial. Foi uma temporada estupenda e incrível".

     O italiano ressaltou que "Alonso, antes de qualquer coisa, é um amigo", e destacou que é muito fácil trabalhar com o espanhol, pois além de ser "modesto e sincero", sabe dar indicações importantes aos engenheiros. "É um dos poucos grandes pilotos ao lado de Senna, Prost e depois Schumacher", acrescentou.

     Briatore considerou que a Ferrari proporcionará "um bom carro para Fernando Alonso e que ano que vem ele poderá competir para ganhar o Mundial" porque o piloto asturiano "tem que ganhar" um campeonato com a escuderia italiana.

     "Certamente quando ganhou o Mundial com a Renault, (Alonso) era muito feliz, mas tenho certeza que quando vencer com a Ferrari será ainda mais feliz porque será o presente, não o passado", explicou o italiano.

      Com relação ao futuro da categoria, Briatore é bastante crítico. "Os engenheiros tomaram o controle da Fórmula 1 e as regras são muito difíceis de interpretar. Tínhamos que voltar à Fórmula 1 mais normal, como na época de Senna, Prost, Mansell e Alonso em seu início. Nos últimos cinco ou seis anos, a Fórmula 1 se tornou muito tecnológica".

     Por último, o italiano comparou Fernando Alonso e Michael Schumacher: "Fernando é um pouquinho melhor, porque quando Michael tem pressão falha muito, enquanto Fernando aumenta sua concentração. Teria sido estupendo vê-los na mesma equipe. Acho que na qualificação Michael poderia chegar primeiro, mas Fernando ganharia a corrida".

Chefe da Ferrari diz que equipe se concentrará nos treinos para completar evolução

Domenicali elogiou melhora no desempenho da Ferrari, mas ainda vê espaço para evolução

       O desempenho da Ferrari evoluiu nas últimas corridas, mas a equipe ainda acha que precisa melhorar em um aspecto. Para Stefano Domenicali, chefe da equipe italiana, há espaço para crescimento na parte final dos treinos de classificação. Ele citou a Red Bull como uma possível fonte de inspiração.

     “Acho que agora temos uma situação na qual o desempenho na corrida está bom. Neste fim de semana, em termos de resultado absoluto, houve muitas coisas que poderiam provocar mudanças. Em termos de treinos de classificação, precisamos melhorar no Q3. Ainda falta alguma coisa aí”, comentou.

     Domenicali citou um concorrente como “inspiração” para as melhorias. “Acho que não tiramos o máximo de nosso desempenho, independentemente dos demais. Olhando a Red Bull no Q3, talvez eles sejam mais conservadores, com alguma força no Q1 ou Q2 usada apenas em uma boa volta. Há sempre algo que podemos observar no Q1 e no Q2”, analisou.

     Neste domingo, no GP da Hungria, Fernando Alonso foi o terceiro colocado e subiu ao pódio pela quarta corrida seguida. Já Felipe Massa foi o sexto colocado em Hungaroring.

      Domenicali elogiou a boa fase de Alonso. “O ritmo na corrida não foi tão ruim. Nestas condições [frio e pista molhada], as condições climáticas são perfeitas para a McLaren e seus pilotos. No entanto, se você olhar as últimas quatro corridas em diferentes condições, sempre difíceis, Alonso foi um dos que mais somaram pontos”, completou.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Reutemann em Interlagos (1977) sexagésima quinta vitória da Ferrari

   

      Após sofrer um acidente em Nurburgring em 1976 e perder o título mundial por 1 ponto para o inglês James Hunt, o austríaco Niki Lauda e sua equipe, a Ferrari, dominaram a temporada 1977 de Fórmula 1 e levaram facilmente o título de pilotos e construtores. Mas foi nesse mesmo ano que aconteceu um dos acidentes mais chocantes da história da categoria.

     No dia 5 março, GP da África do Sul, o piloto britânio Tom Pryce morreu após atropelar o fiscal de prova Frederick Jansen Van Vuuren, de 19 anos. Van Vuuren havia entrado na pista para ajudar o italiano Renzo Zorzi, com problemas no carro.

     Porém, o francês Jacques Laffite e Tom Pryce dividiam a pista naquele exato momento. Laffite desviou do fiscal, mas Pryce não conseguiu fazê-lo e o atingiu em cheio, arremessando o corpo dele para o alto e destruindo-o. Enquanto o extintor carregado pelo fiscal caiu sobre a cabeça de Pryce e o matou na hora.

     Acidente fatal de Tom Pryce:



     Durante algum tempo surgiu o boato de que Tom Pryce teria sido decapitado no acidente, mas a versão oficial é de que ele “apenas” perdeu parte da cabeça.


     O Grande Prêmio do Brasil de 1977, disputado no dia 23 de janeiro no autódromo de Interlagos, prometia ter mais uma vitória de um piloto brasileiro, mas ficou conhecido pela grande quantidade de abandonos.

     Na qualificação James Hunt foi o mais rápido (como tinha sido na Argentina), mas ele tinha a Ferrari de Carlos Reutemann (único modelo com a nova asa traseira)  ao seu lado. A segunda fila era dividida pela Lotus 78 de Mario Andretti e a McLaren do comapanheiro de Hunt, Jochen Mass. Na terceira fila estavam posicionados a Brabham - Alfa Romeo de Carlos Pace e a Tyrrell de seis rodas de Patrick Depailler. O "top ten"  foi completado por John Watson (Brabham- Alfa Romeo), Ronnie Peterson (Tyrrell), Regazzoni Baro (Ensign) e Gunnar Nilsson (Lotus). Niki Lauda (chateado) era apenas o 13 º, enquanto o vencedor argentino Jody Scheckter foi o 15º.


     Nos treinos de sábado do GP do Brasil de 1977 ninguém entendeu por que Mario Andretti pulou acrobaticamente da Lotus em chamas, na Curva do Bico de Pato, sem acionar o botão do extintor de incêndio. Naquele momento desconhecia-se que o astuto Colin Chapman mandara substituir o pó químico do extintor por oxigênio, para aumentar o rendimento do motor Ford-Cosworth. Acoplado sob a carenagem, o tubo de oxigênio pulverizava o motor da Lotus MK3 com ar puro, permitindo uma carburação ar-gasolina mais limpa e eficiente, elevando entre 30 a 50 cavalos a potência do V8. O arranjo foi descoberto porque a Iata, entidade que cuidava do transporte aéreo, recusou-se a transportar o MK3 para a África do Sul sem uma perícia. A suspeita baseava-se numa coincidência, porque já no GP da Argentina a Lotus de Andretti tinha explodido nos boxes.

GP Brasil 1977,a fúria de Niki Lauda!!! -

     Apesar de queimar a largada (não foi penalizado) Pace assumiu a liderança no decorrer da primeira volta com Reutemann em segundo, Hunt em terceiro e Mass em quarto. Pace liderou até o começo da oita volta quando foi ultrapassado por Reutemann, que assumiu a liderança. A batalha agora foi pelo segundo lugar e, nessa briga, Hunt e Pace se tocaram. Hunt saiu do toque sem nenhum problema, já Pace teve que ir aos boxes para reparos.
      Mas foi a confusão que bateu o recorde no GP do Brasil de 1977. Apenas sete carros terminaram a prova. Dos 15 restantes, só Alex Dias Ribeiro, Mario Andretti, Larry Perkins, Tom Pryce e os irmãos Jody e Ian Scheckter, que tiveram problemas mecânicos, não acabaram na sucata da Curva 3. O asfalto mal curado amoleceu e foi derrubando os mais habilidosos pilotos do mundo, somando nove carros espatifados no muro. Vittorio Brambilla, na 11ª volta, abriu o festival de batidas e rodadas que transformaram a Curva 3 num ferro-velho milionário. Clay Regazzoni, Ronnie Peterson, Jochen Mass e Patrick Depailler seguiram Brambilla. Quando chegou a vez de Jacques Laffite bater, a corrida já era cômica. Mas foi Carlos Pace quem garantiu a gargalhada final. Moco, depois de beijar a parede da famigerada curva com o Brabham-Alfa Romeo, resolveu pegar o volante da ambulância e transportar-se até o hospital dos boxes.


     Reutemann venceu o GP, Hunt terminou em segundo com Lauda em terceiro e Fittipaldi em quarto. Nilsson pegou dois pontos na quinta posição e Zorzi marcou um para a Shadow. Ingo (Fittipaldi) foi o sétimo e último concorrente a finalizar o GP.

     Melhores momentos do GP:

Errar é humano, mas repetir o erro é.........

Carro ficou destruído (Foto: Rafael Giorgi/VC no G1)

     Um administrador de 30 anos se envolveu na manhã deste domingo (31) em um acidente de trânsito na Avenida Kennedy, em São Bernardo do Campo, no ABC. De acordo com o delegado Vitor Vasconcelos Lutti, titular do 1º Distrito Policial do município, consta do boletim de ocorrência que o homem “estava despido”. “Segundo informações, ele estaria de camisa apenas”, disse o delegado nesta segunda-feira (1º). A foto do carro destruído foi enviada pelo internauta Rafael Giorgi pelo VC no G1.

     O motorista dirigia um veículo Camaro quando perdeu o controle do carro e subiu no canteiro da Praça Ibrahim Nobre de Almeida. Ninguém foi atingido pelo carro. Segundo os policiais militares que atenderam a ocorrência, o homem apresentava sinais claros de embriaguez, mas se recusou a fazer o teste do bafômetro. No veículo, foi encontrada uma garrafa de uísque, de acordo com o boletim de ocorrência.

     A polícia solicitou exames de dosagem alcoólica e apreendeu o veículo para perícia. O caso foi registrado como embriaguez ao volante. O homem recebeu atendimento em um hospital do município e deve prestar depoimento no decorrer do inquérito. Ele foi submetido a exames de dosagem alcoólica.

    O delegado disse que, em relação ao fato de o administrador estar seminu, ele só pode ser responsabilizado se houver uma vítima. “Como ele ficou fechado no próprio veículo, a não ser que se apure alguém que tenha presenciado e se ofendido”, disse.

     Repetindo o mesmo erro:

     Para poder ir à delegacia assinar o Boletim de Ocorrência, o motorista teve que vestir uma cueca e uma camiseta. Feita a pesquisa de antecedentes, os policiais verificaram que o mesmo tem mais de 10 ocorrências, a maioria por acidentes de trânsito, além do envolvimento em agressões. Em uma delas, o motorista se envolveu, em 2007, em outro acidente de trânsito, em que praticamente destruiu a Ferrari do pai, avaliada na época em R$ 1,5 milhão. 

     Ao ser apresentado na delegacia, após destruir a Ferrari, acabou agredindo, com uma cabeçada, um cinegrafista de um telejornal. O jornalista levou três pontos no local do ferimento.

     Foto:

     Video:




Fonte: http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=32478
Fonte: Globo.com

Resultados do GP da Hungria (2011)

Button observa Alonso, que foi o terceiro colocado no GP da Hungria  Foto: Reuters
 
     Confira o resultados do GP da Hungria de Fórmula 1:
 
1. Jenson Button (ING/McLaren) - 1h46min42s337.
2. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - a 3s588
3. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 19s819
4. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - a 48s338
5. Mark Webber (AUS/Red Bull) - a 49s742
6. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 1min23s176
7. Paul di Resta (ESC/Force India) - a 1 volta
8. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso) - a 1 volta
9. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 1 volta
10. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - a 1 volta
11. Kamui Kobayashi (JPN/Sauber) - a 1 volta
12. Vitaly Petrov (RUS/Lotus Renault) - a 1 volta
13. Rubens Barrichello (BRA/Williams) - a 2 voltas
14. Adrian Sutil (ALE/Force India) - a 2 voltas
15. Sergio Perez (MEX/Sauber) - a 2 voltas
16. Pastor Maldonado (VEN/Williams) - a 2 voltas
17. Timo Glock (ALE/Virgin Racing) - a 4 voltas
18. Daniel Ricciardo (AUT/Hispania) - a 4 voltas
19. Jerome d''Ambrosio (BEL/Virgin Racing) - a 5 voltas
20. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania) - a 5 voltas
 
     Não completaram a prova:
 
Jarno Trulli (ITA/Team Lotus): problema mecânico na 18ª volta
Nick Heidfeld (ALE/Lotus Renault): 24ª volta
Michael Schumacher (ALE/Mercedes): problema mecânico na 27ª volta
Heikki Kovalainen (FIN/Team Lotus): problema mecânico na 56ª volta


     Classificação por equipes:

01Red Bull»383
02McLaren»280
03Ferrari»215
04Mercedes»80
05Renault»66
06Sauber»35
07Force India»26
08Toro Rosso»22
09Williams»4
10HRT»0
11Team Lotus»0
12Virgin»0

     Melhores momentos do GP:

Fonte: Terra
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