quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Campeão da prova mais "apertada" da F1 morre aos 71 anos

 
     Piloto da Fórmula 1 nos anos 70, o inglês Peter Gethin morreu na última segunda-feira, aos 71 anos, segundo informação do site Autosport. O veículo inglês não precisou a causa da morte, apenas publicou que Gethin foi vítima de uma "doença prolongada".
 
     Em cinco anos na principal categoria do automobilismo mundial (entre 1970 e 1974), o piloto obteve apenas uma vitória, no histórico GP da Itália de 1971. O triunfo é considerado até hoje como a chegada mais "apertada" da história: Gethin superou o segundo colocado, Ronnie Peterson, por apenas 0s01, e, do primeiro ao quinto lugar, houve apenas 0s61 de diferença.
 
     Aquele GP era também a corrida mais rápida da história da F1, com média de 241,61 km/h, até o GP da Itália de 2003, vencido por Michael Schumacher, com média de 247,58 km/h.
 
     No mesmo ano, Gethin chegou a liderar a Victory Race (tradicional corrida que encerrava a temporada, mas não valia pontos) quando Jo Stiffert, companheiro dele na equipe BRM, sofreu um acidente fatal que forçou o cancelamento da prova.
 
     Além da BRM, ele também correu pela McLaren e a Embassy até abandonar a F1 por problemas físicos. Depois da aposentadoria como atleta, o inglês seguiu no mundo da velocidade e foi chefe da equipe Toleman na década de 80. Mais tarde, criou um time de Fórmula 3000 e participou do festival de pilotagem de Goodwood.
 
Fonte: Terra 

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Michelle Alboreto em Montreal (1985): nonagésima vitória da Ferrari

    

      A temporada 1985 de Fórmula 1 teve a disputa das equipes McLaren, Ferrari, Williams e Lotus e de um único piloto: Alain Prost.

     Após dois vice-campeonatos nos últimos dois anos, o piloto francês da McLaren superou seus limites e ficou vinte pontos à frente do segundo colocado, o italiano Michele Alboreto.

     Enquanto no Brasil a torcida vibrava com as primeiras vitórias do jovem Ayrton Senna, da Lotus.

     O ponto triste do ano foi a morte do piloto Stefan Bellof durante corrida do campeonato mundial de carros esportivos.

     Acidente fatal de Stefan Bellof:



     Havia passado um mês desde o GP de Mônaco, até que as máquinas e pilotos se instalaram no Circuit Gilles Villeneuve, em Montreal. Mas este grande espaço no calendário não acontecera devido as determinações feitas pela FISA quando o desenharam, e sim por causa de acontecimentos que ocorreram extra-corrida. O GP da Belgica estava previsto para acontecer no meio deste "buraco", mas o fim de semana tinha sido horrível, devido à rápida degradação do asfalto no sábado. Após uma consulta entre as equipes, os organizadores e a FIA decidiram adiar a corrida para o inicio de setembro.

     Entretanto, a Brabham fizera uma sessão de testes em Paul Ricard, onde o seu piloto, Francois Hesnault, sofrera um horrível acidente, ficando preso no seu carro com as redes de proteção. Com isso, o piloto francês decidiu por encerrar a carreira, pedindo para ser substituído. No seu lugar veio o suíço Marc Surer. Na lista de inscritos do GP canadense havia uma ausência: era a alemã Zakspeed, que decidiu concentrar-se no desenvolvimento do seu carro para as provas europeias.


     Na qualificação, Elio de Angelis fez o melhor tempo, tendo Ayrton Senna a seu lado, num 1-2 da Lotus que não se via desde o GP de Dallas, um ano antes. Na segunda fila estavam dois carros da Ferrari, com Michele Alboreto à frente do sueco Stefan Johansson, enquanto que a terceira fila tinha o McLaren de Alain Prost e o Renault de Derek Warwick. O Arrows do belga Thierry Boutsen era o sétimo no grid, tendo a seu lado o Williams-Honda de Keke Rosberg, enquanto que a fechando o "top ten" ficavam os carros de Nelson Piquet, no seu Brabham, e o segundo Renault de Patrick Tambay.


    Na largada, os dois Lotus mantiveram as posições, com os Ferrari atrás deles. Ao mesmo tempo, o Brabham de Piquet ficava parado devido a problemas de transmissão. Com o decorrer da corrida, não houve grandes mudanças na frente, mas na ao chegarmos na metade do GP, Senna começou a ter problemas com o seu Turbo, perdendo muito tempo nos boxes.

     Entretanto, Alboreto pressionava De Angelis e quando chegaram na maior reta do circuito, Alboreto ultrapassou De Angelis por fora da trajetória, apenas com a potência do motor V12, tomando o comando. Pouco depois, foi a vez de Johansson  fazer o mesmo, com o italiano arrastando-se pela corrida. Mais atrás, Rosberg tentou chegar em Prost, e quando conseguiu,  tentou efetuar uma manobra na curva do Casino, perdeu o controle do carro e acabou rodando. Contudo, conseguiu evitar, por muito pouco, o guard rail e voltou à corrida, determinado a recuperar o tempo perdido. Mais tarde, chegou novamente em Prost, na luta pelo terceiro posto, mas não conseguiu ultrapassá-lo.



     No final, Alboreto cruza a linha de chegada no primeiro posto, com Stefan Johansson conseguindo o primeiro pódio da carreira, no segundo lugar, completando a dobradinha da Scuderia. Alain Prost foi o terceiro, Keke Rosberg foi o quarto, Elio de Angelis foi o quinto e o segundo Williams de Nigel Mansell foi o sexto.

     Melhores momentos do GP:



segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Oito Ferraris destruídas em um único acidente


   A velocidade excessiva parece ser a causa do que provavelmente será considerado o mais caro engavetamento do Japão, quando 12 carros de corrida avaliados em 3 milhões de euros (4 milhões de dólares) bateram em uma estrada em meio à chuva.

   Oito Ferraris, um Lamborghini, três Mercedes Benz e um Toyota Prius se envolveram na colisão em cadeia que ocorreu no domingo na estrada Chugoku (oeste), quando o motorista do veículo que liderava o comboio perdeu o controle, segundo testemunhas.


     Imagens de um canal de televisão mostraram os restos das Ferrari de cor vermelha, símbolo da marca italiana, espalhados por cerca de 400 metros.

     A polícia indicou que cinco homens e cinco mulheres ficaram feridos sem gravidade no acidente.

     "Viajavam em sua maioria para Hiroshima", situada 130 km a leste, para participar de um encontro de carros de corrida, declarou Eichiro Kamitami, tenente da polícia responsável pela segurança na estrada.

    O Prius e o Toyota envolvidos neste acidente não formavam parte do comboio.

     Segundo uma testemunha citada pela rede de televisão TBS, "os carros corriam entre 140-160 km/h". A velocidade máxima autorizada na estrada é 80 km/h.

Bianchi sobra de novo e vence o Desafio das Estrelas


     Jules Bianchi mostrou neste domingo que a sua vitória na primeira bateria do Desafio das Estrelas na chuva não foi um acaso e conquistou a segunda prova do evento.

    Saindo da oitava posição, o francês, reserva da Ferrari, escalou rapidamente o grid e logo assumi a ponta, mantendo sempre um ritmo muito forte, abrindo mais de 7s para o rivais e conquistando o título.

     Jaime Alguersuari, segundo no sábado, voltou a ficar com a mesma posição neste sábado, garantindo o vice-campeonato. O espanhol também fez bela corrida e venceu Lucas Di Grassi em uma disputa que durou praticamente metade da prova.

     Rubens Barrichello foi o quarto e Nelsinho Piquet completou os cinco primeiros colocados.

     Depois da prova, Jules Bianchi, Nelsinho Piquet, Vítor Meira, Leonardo Nienkotter e Bia Figueiredo foram desclassificados da prova por estarem com seus karts abaixo do peso. Jaime Alguersuari herdou a vitória e o título da edição 2011 do Desafio das Estrelas.

    2ª Bateria - Desafio das Estrelas:

1º. Jaime Alguersuari (ESP), 33 voltas em 31min30s485
2º. Lucas Di Grassi (BRA), a 5s211
3º. Rubens Barrichello (BRA), a 5s353
4º. Felipe Massa (BRA), a 5s946
5º. Jérôme D’Ambrosio (BEL), a 6s515
6º. Antônio Pizzonia (BRA), a 6s997
7º. Ricardo Zonta (BRA), a 11s371
8º. Luciano Burti (BRA), a 14s500
9º. Marcos Gomes (BRA), a 14s791
10º. Hélio Castroneves (BRA), a 18s226
11º. Vitantonio Liuzzi (ITA), a 18s720
12º. Cacá Bueno (BRA), a 31s409
13º. Enrique Bernoldi (BRA), a 31s641
14º. Gianni Morbidelli (ITA), a 39s020
15º. Pietro Fittipaldi (BRA), a 46s241
16º. Allam Khodair (BRA), a 4 voltas


     Não terminaram:

Popó Bueno (BRA), 22 voltas
Max Wilson (BRA), 20 voltas
Adrian Sutil (ALE), 19 voltas
Tony Kanaan (BRA), 17 voltas
Christian Fittipaldi (BRA), 12 voltas
Tuka Rocha (BRA), 9 voltas
Xandinho Negrão (BRA), 2 voltas
Pastor Maldonado (VEN), 0 voltas
Jules Bianchi (FRA), desclassificado
Nelsinho Piquet (BRA), desclassificado
Vítor Meira (BRA), desclassificado
Leonardo Nienkotter (BRA), desclassificado
Bia Figueiredo (BRA), desclassificada


Fonte: http://tazio.uol.com.br/noticia/

Felipe Massa conquista primeiro pódio do ano no Desafio das Estrelas

Felipe Massa ficou com a terceira posição na primeira bateria do Desafio das Estrelas

     Felipe Massa largou em quarto, pulou para segundo e quase assumiu a liderança logo na largada, mas não conseguiu superar o francês Jules Bianchi, piloto de testes da Ferrari, que venceu a primeira bateria do Desafio Internacional das Estrelas, realizado neste sábado no Kartódromo Arena Sapiens, em Florianópolis. Massa ainda foi superado pelo espanhol Jaime Alguersuari que chegou em segundo, com o brasileiro conquistando o seu primeiro pódio no ano após o fracasso na Fórmula 1.

     A primeira bateria do Desafio Internacional só começou quando São Pedro se decidiu. Os karts chegaram a largar com pneu de chuva, mas com a pista seca a bateria foi interrompida e ficou decidido que haveria uma nova largada para que os pilotos pudessem colocar pneus de pista seca. No entanto, quando tudo estava preparado, a chuva voltou e todos os karts foram obrigados a reinstalar o pneu para piso molhado.

     "Foi uma corrida muito díficil, mas o Jules tava com um ritmo muito forte e eu andando muito igual o Jaime, mas foi muito legal. A chuva deu uma atrasadinha, mas correr com o pneu de seco na pista molhada não está no regulamento", disse Massa, apresentando seu colega de equipe e vencedor da primeira bateria. "Ele é um excelente piloto, uma promessa e conhece muito bem o kart."

     Logo na largada o italiano Vitantonio Liuzzi, pole-position, ficou para trás e perdeu a liderança para o francês Jules Bianchi com Felipe Massa, que largou em quarto. Rubens Barrichelo teve uma largada impressionante ganhando 16 posições e assumindo a oitava colocação.

     O francês abriu vantagem sobre Felipe Massa que ainda travou o melhor duelo da corrida contra Alguersuari, o qual ultrapassou o brasileiro e terminou em segundo. Nelsinho Piquet terminou em quarto, Antonio Pizzonia foi o quinto e Rubens Barrichelo com uma corrida impressionante, terminou no sexto lugar.

    Neste ano, a organização do evento anunciou mudanças no regulamento com as duas provas tendo o mesmo sistema de pontuação, diferente do sistema vigente nos outros anos que privilegiava a primeira bateria. Outra novidade é que agora o pole position da tomada classificatória de sábado ganha dois pontos.

     O Desafio acontece desde 2006 e é realizado anualmente por estrelas da velocidade. Na primeira edição, Felipe Massa foi o vencedor. Barrichello venceu em 2008 e Lucas de Grassi no ano passado. No entanto, o grande vencedor é o alemão Michael Schumacher que levou em 2007 e 2009.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/velocidade/ultimas-noticias/2011/12/03/

Japão: polícia investiga engavetamento com Ferraris e Lamborghini

Acidente envolveu 14 carros de luxo, entre eles oito Ferraris, um Lamborghini e três Mercedes. Foto: AFP

     A polícia japonesa investiga um acidente de trânsito no oeste do país no qual se envolveram 14 carros de luxo, entre eles oito Ferraris, um Lamborghini e três Mercedes, e que deixou dez pessoas levemente feridas.

     Segundo informa a rede NHK, o fato aconteceu neste domingo em uma estrada na província ocidental de Yamaguchi, quando o primeiro de um grupo de 20 veículos de luxo que viajavam em comboio sofreu um acidente. Os motoristas que vinham atrás tentaram esquivá-lo, sem sucesso, e os carros acabaram engavetados.
 
     Dez pessoas foram levadas ao hospital sem que nenhuma tivesse ferimentos graves por causa do choque, no qual as Ferraris e o Lamborghini no valor de várias centenas de milhares de dólares ficaram danificados, segundo a NHK. Os motoristas, um grupo de fãs de carros de luxo, viajavam em grupo de Kyushu (sul do país) até a cidade de Hiroshima (oeste).
 
     O acidente, que segundo as primeiras investigações pode ter sido causado por excesso de velocidade, obrigou o fechamento desse trecho da estrada durante seis horas.
 
     Fotos:
 
Segundo informa a rede japonesa NHK, o fato aconteceu neste domingo em uma estrada na província ocidental de Yamaguchi, quando o primeiro de um grupo de 20 veículos de luxo que viajavam em comboio sofreu um acidente  Foto: AFP

Policiais investigam os carros após o acidente que envolveu 14 carros de luxo   Foto: AP

Os motoristas, um grupo de fãs de carros de luxo, viajavam em grupo de Kyushu (sul do país) até a cidade de Hiroshima (oeste)  Foto: AP

O engavetamento teria se concretizado após os carros que vinham atrás do primeiro veículo acidentado não conseguirem frear e evitar as colisões sucessivas  Foto: AP

O acidente, que segundo as primeiras investigações pode ter sido causado por excesso de velocidade, obrigou o fechamento desse trecho da estrada durante seis horas  Foto: AP

Fonte: Terra

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Michelle Alboreto em Zolder (1984): octagésima nona vitória da Ferrari

    

     Com uma veloz dupla de pilotos formada por Niki Lauda e Alain Prost, a McLaren dominou a temporada 1984 de Fórmula 1.

     Embora a disputa tenha sido emocionante entre os dois pilotos da mesma equipe, o campeonato de construtores foi ganho com uma vantagem de 86 pontos sobre a Ferrari.

     Enquanto o austríaco Niki Lauda sagrou-se tricampeão mundial com uma vantagem de apenas meio ponto para o francês Alain Prost que, pelo segundo ano consecutivo, foi vice-campeão.


      A terceira prova do campeonato de 1984 era a corrida onde a Formula 1 fazia a sua estreia em pistas européias. Depois de Spa-Francochamps, no ano anterior, voltava-se a Zolder para a disputa do GP da Bélgica.

    A grande novidade desta corrida foi o regresso da Spirit, agora com motores Hart Turbo, e com o italiano Mauro Baldi ao volante. Com 28 pilotos inscritos, haveriam dois não qualificados neste Grande Prêmio. Na Arrows, a equipe iria estrear o modelo A7, com motores BMW Turbo, com Thierry Boutsen ao volante. Uma bela estreia em casa… Na Osella, Piercarlo Ghinzani recuperou-se das queimaduras e estava apto para correr.


     Em outra frente, havia uma nova guerra, mas de pneus: Pirelli, Goodyear e Michelin. Cada uma das marcas tinha compostos competitivos para conseguir o décimo de segundo mais rápido do que a concorrência, e em Zolder os melhores foram os que utilizaram os compostos americanos. Neste caso, os dois Ferrari de Michele Alboreto e René Arnoux monopolizaram a primeira fila do grid, com o italiano na pole. Na segunda fila estava Keke Rosberg, no Williams-Honda, tendo a seu lado o Renault de Derek Warwick, o melhor dos Michelin. Na terceira fila ficava o Lótus-Renault de Elio de Angelis e o surpreendente ATS-BMW de Manfred Winkelhock. Na quarta fila ficavam o Alfa Romeo de Riccardo Patrese e o McLaren-TAG Porsche de Alain Prost, e fechando o “top ten” tínhamos o Brabham-BMW de Nelson Piquet e o segundo Lótus de Nigel Mansell.

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     Niki Lauda partia da 14ª posição, enquanto que o Toleman de Ayrton Senna estava um pouco atrás, na 19ª posição. Stefan Belloff era 21º, o melhor dos motores Cosworth, à frente de Martin Brundle (22º) e Marc Surer (24º). 

 

     No dia da corrida, Alboreto dispara na frente, enquanto que Derek Warwick aproveita a má largada de René Arnoux e Keke Rosberg para chegar ao segundo posto. Atrás deles ficavam Arnoux, Rosberg, Winkelhock, De Angelis e Patrese. Mas o italiano da Alfa Romeo se retira na segunda volta, devido a uma falha na ignição. Pouco depois, Alain Prost ataca o quinto lugar de De Angelis, e consegue ultrapassar, mas tem problemas: na volta 5, o distribuidor de energia falha, e o francês volta a pé para as boxes. Depois disto, era a vez de Piquet, que tinha decidido fazer uma estratégia diferente em relação ao número de parada nos boxes, para poder atacar o Lótus do italiano. Assim, na volta oito, consegue a ultrapassagem e fica com o sexto posto, atrás do alemão da ATS.

      Tudo permanace assim até à volta 23, altura em que Piquet ultrapassa Winkelhock e fica com a quinta posição. Na frente, Alboreto continuava a liderar, com Warwick "na sua cola". As trocas de pneus alteram muito pouco as posições, mas Piquet consegue chegar ao terceiro posto, na troca de Keke Rosberg e René Arnoux, provando que não parar compensava. Pelo menos naquela altura… E à medida que o final da corrida se aproximava, parecia que a ordem de chegada iria ser esta: Alboreto na frente, seguido de Warwick, Piquet, Arnoux, Rosberg e De Angelis. A única coisa de anormal durante a segunda parte da corrida tinha sido o abandono do ATS de Winkelhock, na volta 39, vítima de um rompimento do tubo de escape, aliado a problemas elétricos.

     E nas cinco voltas finais, o drama acontece: primeiro Piquet tem uma enorme falha no seu motor BMW e fica a pé na volta 66. O terceiro lugar de Piquet foi herdado por Keke Rosberg, que lutou na segunda parte da corrida contra um mau jogo de pneus, mas que na parte final conseguiu ultrapassar Arnoux e herdar o terceiro posto. Contudo, na última volta… o consumo do motor Honda é maior do que se pensava e o finlandês é obrigado a reduzir para não ficar à pé. Assim, acaba perdendo o terceiro lugar para Arnoux e chega no quarto posto. Nos últimos lugares pontuáveis ficariam Elio de Angelis e o alemão Stefan Bellof, no seu Tyrrell-Cosworth.


      Melhores momentos do GP:


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