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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Alesi em Barcelona (1995): e o motor foi embora!!!!


     No dia da corrida, o tempo estava limpo e não havia grande vento. Quando a corrida começou, Schumacher manteve a liderança... e não a largou até ao final. Com a questão do vencedor resolvida praticamente desde o primeiro metro, agora o foco se centrava no resto do pelotão.

    Os perseguidores de Schumacher eram Alesi, Hill, Berger e Herbert enquanto que Coulthard tentava apanhar o resto, mas sofria atrás de Hakkinen. Schumacher tentava se afastar do resto do pelotão, contudo os pneus tinham uma duração limitada e aos poucos foi apanhado pelo francês da Ferrari. Na volta 18, Mansell desiste devido a problemas de direção. Iria ser a sua ultima corrida na Formula 1, quase 15 anos depois da sua primeira.

     Na volta 27, depois dos Williams terem parado cedo, numa estratégia de três paragens, o motor de Alesi explode, acabando a sua corrida e deixando Schumacher muito mais á vontade rumo á vitória.


     O restante da corrida foi monótono até próximo do final, quando o Williams de Hill e o Jordan de Barrichello, que eram segundo e quarto, respectivamente, começaram a ter problemas de hidraulica nas suas caixas de câmbio e tiveram de diminuir para poder chegar ao fim. Como resultado, a Benetton conseguiu a segunda dobradinha da sua história, sendo a primeira no GP do Japão de 1990. E para Johnny Herbert, foi o seu primeiro pódio na Formula 1. Para os ferraristas, restou comemorar o terceiro lugar de Berger.





sábado, 4 de junho de 2011

Prost em Mônaco (1990): Senna deve ter dito: muito obrigado Berger!!!

  

      A corrida começou com Senna conseguindo manter o primeiro posto na Ste. Devote, sobre Prost, Alesi e Berger. Mas a largada foi muito mais demorada do que o habitual, o que iria ter consequências na corrida em si, pois normalmente, isso era desgastante para os diferenciais, além das caixas de marchas, que na época eram manuais e, que em Mônaco eram mais castigados do que o costume.

     A primeira consequência deste fato foi o acidente entre Prost e Berger na descida do Mirabeau. O austriaco tentou aproveitar o buraco que o francês criara após ter sido ultrapassado pelo Tyrrell de Alesi, mas que Prost fechou logo, tornando a colisão inevitável.


     A corrida foi interrompida e nova largada foi marcada. Aí, Senna manteve a liderança em Ste. Devote... e não mais o largou até ao fim. Seguiam-se Prost, Alesi, Berger, Patrese e Boutsen, enquanto que o Dallara de Pirro ficava parado na pista, com problemas de combustivel.

Melhores momentos do GP:


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Alesi e Berguer em Magny-Cours (1995): Oh my God!!!


     O tempo naquele dia estava nublado, e a pista revelava-se um pouco úmida. Numa pista onde as ultrapassagens eram uma raridade, este tipo de tempo poderia fazer com que as coisas fossem completamente diferentes.

      E foi o que aconteceu. Logo na primeira volta, um acidente multiplo colocava de fora o Forti de Pedro Diniz, o Tyrrell de Ukyo Katayama e o Arrows de Taki Inoue. E na volta seguinte, na travagem para a chicane Adelaide, o Benetton de Herbert ficava de fora, vitima de um toque do Ferrari de Jean Alesi, com Berger, logo atrás, tentando evitar ambos os carros.



     No entanto, Gerhard Berger perderia qualquer chance de bons resultados ao fazer o reabastecimento, onde devido a uma avaria em uma das mangueiras, perdeu quase um minuto nos boxes e, com isso,  a possibilidade de pontuar. Alesi chegou em quinto e Berger em décimo segundo, duas voltas atrás do lider.



terça-feira, 31 de maio de 2011

Berger e Alesi em Mônaco (1995): que dupla!!!!


     No dia da corrida, o céu estava limpo e todos se preparavam para a corrida. Quando ocorreu a largada, um grande acidente foi visto na Ste. Devote, quando o Williams de David Coulthard foi tirado do GP, vitima de um "sanduiche" feito pelos pilotos da Ferrari. Com a pista bloqueada, a corrida foi logo interrompida, passando logo a seguir para uma segunda partida. 


    Após a relargada, na altura da volta 40, o Ligier de Brundle rodou à frente de Alesi e este não pode evitá-lo. A única alegria do dia, foi o terceiro lugar do veterano Berger. 




sábado, 28 de maio de 2011

Berger em Mônaco (1994): um terceiro lugar, suado!!!!

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     Quinze dias depois de Imola, a Formula 1 continuava em estado de choque. Tal como acontecera em 1982, num paralelismo impressionante, o vencedor do ano anterior tinha morrido na corrida anterior a das ruas do Principado, e o sentimento presente era o de vazio. Todos tentavam fazer o seu luto, mas a vida continuava, e a competição estava presente. Só que o “glamour” estava afastado das cabeças de toda a gente naquele ano.

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     A Williams só alinhava com um carro, tal como tinha feito a Ferrari em 1982. A mesma coisa fazia a Simtek, que colocaria até ao final do ano, na zona superior do chassis, uma pintura estilizada do capacete de Roland Ratzenberger, e a frase “FOR ROLAND”. O legado do sacrificado piloto austríaco continuava até ao final do ano…

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     Mônaco tinha uma novidade: Jean Alesi regressava ao volante do seu Ferrari, depois de duas corridas de ausência. Claro que o seu regresso seria bem-vindo, mas o ambiente não era de festa em nenhum lado… outro que voltava para o volante de um carro era Rubens Barrichello, agora com um peso enorme nos ombros: milhões de olhos apontados a ele no Brasil, pedindo para que fosse como Ayrton Senna. Mas o seu compatriota era doze anos mais velho e com larga experiência na F1, e a barreira estava muito alta…

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     Como habitualmente, os treinos livres eram na quinta-feira, e não à sexta. Se todos queriam esquecer os eventos de 15 dias atrás, não conseguiram: a meio da manhã, no minuto em que terminava o treino, este é interrompido quando Karl Wendlinger, no seu Sauber-Mercedes, perde o controle na saída do túnel e colide violentamente a mais de 225 km/hora na zona da chicane do Porto. O impacto foi no lado direito do carro, na altura do capacete, e causou contusões graves na cabeça que o levaram ao coma. Temeu-se o pior, e correu o rumor que, caso Wendlinger morresse, o Príncipe Ranier iria de imediato cancelar o Grande Prêmio, o que seria inédito. Até que os médicos do Hospital de Nice, lugar onde o piloto austríaco foi levado, diagnosticassem devidamente o impacto dos ferimentos, o ambiente, já pesado, ficou negro. A Sauber, em consequência, decidiu retirar os seus carros da corrida monegasca. (Verifiquem a semelhança deste acidente com o de Sergio Pérez, na atual temporada).


     A sexta-feira foi agitada: os pilotos decidiram reavivar a GPDA, mais ou menos adormecida desde 1982, quase que cumprindo um dos últimos desejos de Senna (ele falava da hipótese de a reavivar no fim de semana fatal), e nesse mesmo dia, Max Mosley e a FIA decidiram implementar uma série de medidas de choque, que muitos entenderam ser mais um conjunto de regras feitas às pressas devido ao pânico instalado do que propriamente medidas com algum senso…

     Mas no meio dessas medidas, houve uma que foi implementada, e que foi aplaudida por todos: o limite de velocidade nas boxes. Em Mônaco, esse limite estava nos 50 km/hora, muito baixo para um Formula 1. E o primeiro a cruzar esse risco  levou uma multa de 5 mil dólares) foi o Lótus-Mugen Honda de Pedro Lamy.

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     Nos treinos, por fim, Michael Schumacher fazia a sua primeira pole-position do ano e da sua carreira, tendo a seu lado o finlandês Mika Hakkinen, no seu McLaren-Peugeot. Na segunda fila do grid de largada estava o Ferrari de Gerhard Berger, tendo a seu lado o único Williams-Renault, de Damon Hill. Na terceira fila ficavam o segundo Ferrari de Jean Alesi e o Footwork-Arrows de Christian Fittipaldi, no seu melhor registo do ano. Em sétimo e oitavo estavam Gianni Morbidelli, no segundo Arrows, e Martin Brundle, no segundo McLaren. E fechando os dez primeiros, tinhamos o Minardi-Ford de Pierluigi Martini e o Tyrrell-Yamaha de Mark Blundell. Sem quatro carros em pista, apenas 24 estavam presentes no grid monegasco, o que fazia com que os Pacific de Bertrand Gachot e Paul Belmondo se qualificassem pela primeira vez no ano.

      No dia da largada, poucos minutos antes dos pilotos entrarem em seus carros para se prepararem para a competição, todos eles rumaram para a primeira fila do grid, propositadamente vazia, com uma bandeira brasileira no primeiro lugar e uma austríaca no segundo. Em silêncio, todos eles ficaram em recolhimento, com os pilotos brasileiros a segurar uma bandeira nacional, com a cara de Senna, morto quinze dias antes.

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     Poucos minutos depois, era dada a partida, e logo na Curva Ste. Devote, a concorrência a Michael Schumacher acabava ali a sua corrida: Damon Hill, agora o seu maior rival para o resto da temporada, perde o controle do carro devido a ter travado tarde demais e bate em Mika Hakkinen. Hill continuou, mas não foi muito mais longe, pois estacionou o carro na descida do Mirabeau, algumas centenas de metros depois. Um pouco atrás, Morbidelli e Martini tocam um com o outro e também ficam pela primeira volta.

    O resto da corrida foi uma cavalgada solitária de Schumacher. Berger era segundo no seu Ferrari, seguido por Jean Alesi e Christian Fittipaldi, no seu Footwork-Arrows. Brundle era quinto, depois de uma parada mais cedo do que os seus rivais, o que lhe deu a terceira posição, quando Alesi e Fittipaldi pararam.

     No meio da corrida, o Tyrrell de Mark Blundell quebra a caixa de marchas e deixa um rastro de óleo na pista. Berger passa sobre o óleo, perde o controle do carro e é ultrapassado por Brundle. Schumacher quase roda, mas consegue controlar o carro e continua sem maiores problemas.

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     E até à bandeira quadriculada, não houve grandes novidades. Fittipaldi desistiu na volta 47, quando a sua caixa de marchas apresentou problemas, passando o sua posição para um surpreendente Andrea de Cesaris, que finalmente usava a sua veterania para fazer uma corrida sem problemas. O quarto lugar foi uma bela recompensa pelos serviços prestados, uma vez mais, ao seu amigo Eddie Jordan. Nos restantes lugares pontuáveis ficaram o Ferrari de Jean Alesi e o Minardi de Michele Alboreto. Para o veterano italiano, seria a última vez que pontuaria na sua carreira.

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     Em 11º e último lugar, a cinco voltas do vencedor, ficava Pedro Lamy. O seu problemático Lótus 107C era uma pálida sombra dos garbosos modelos de outrora, e não havia grandes sinais de melhoria, ainda por cima numa altura em que a equipe vivia os seus últimos dias. Mas mal ele sabia que a próxima vez que iria correr num Grande Prémio seria dali a 15 meses, em agosto de 1995…

      Melhores momentos do GP de Mônaco (1994):


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Michelle Alboreto em Mônaco (1988): a não, Leão!!!!



     Talvez está corrida, tenha sido a que Ayrton Senna mais sofreu em não vencê-la. Na volta 66, ele liderava com mais de 50 segundos a frente do segundo colocado (Alain Prost), quando por um descuido ou excesso de confiança, bateu sozinho na proteção da Curva Portier, dando adeus a vitória e aos pontos.

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     Mas, nosso acidente de hoje, ocorreu por volta do giro 33 quando Mansell e Alboretto (Ferrari 87/88C) duelavam pela quarta posição. Depois de muita briga, Alboreto consegue colocar meia Ferrari na frente do Willians de Mansell, que tenta fechar a porta, é tocado e acaba rodando. O acidente ocorreu na zona das Piscinas, enquanto que Prost atacava o segundo lugar de Berger, mais lento do que o francês da McLaren. Desta vez, o "Leão" levou a pior!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Irvine em Hockenheim (1997): colisão com Frentzen

    

     De tudo aconteceu neste GP, que ficou marcado pela última e bela vitória de Berger. Mas a grande prejudicada na prova foi a Scuderia Ferrari, primeiro porque Schumacher só chegou em segundo lugar por ter ficado mais de 40 voltas atrás de Fisichella (acabou saindo da prova a quatro voltas do final, quando teve um pneu traseiro estourado) e segundo porque a corrida de Irvine foi para "o espaço", quando Frentzen, em mais um erro grosseiro de pilotagem, conseguiu acertar a Ferrari do irlandês e acabar de vez com a prova para os dois, a 43 voltas do final. Ambos tentaram dar explicações, mas sabemos que, em qualquer lei de trânsito, quem bate atrás de outro carro está................

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