Mostrando postagens com marcador Phil Hill. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Phil Hill. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Pilotos de carros da Scuderia Ferrari: como eram e como ficaram!!!!!

Temporada de 1962

Giancarlo Baghetti (1934 - 1995)
Ricardo Rodríguez (1942 - 1962)
Loenzo Bandini (1935 - 1967)
 
Willy Mairese (1928 - 1969)
 
Phil Hill (1927 - 2008)
 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Pilotos de carros da Scuderia Ferrari: como eram e como ficaram!!!!!

Temporada de 1959 

Tony Brooks (1932 -     )
 
Cliff Allison (1932 - 2005)

Wolfgang Von Trips (1928 - 1961)
 
Phil Hill (1927 - 2008)
 
Jean Behra (1921 - 1959)
 
Dan Gurney (1931     )
 
Olivier Gendebien (1924 - 1998)
 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Pilotos de carros da Scuderia Ferrari: como eram e como ficaram!!!!!

Temporada de 1958

Luigi Musso (1924 - 1958)
 
Peter Collins (1931 - 1958)
 
Olivier Gendebien (1924 - 1998)
  
Phil Hill (1927 - 2008)
 
Mike Hawthorn (1929 - 1959)
 
Wolfgang Von Trips (1928 - 1961)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Phil Hill em Monza (1961): trigésima quinta vitória da Ferrari


     Era um Grande Prêmio que iria decidir um título mundial entre dois companheiros de equipe. Era a corrida ideal para a Ferrari: ganhar o título na sua própria casa, entre dois pilotos que corriam juntos. No final, ganhou o melhor. Mas o seu rival, e companheiro de equipe, estava morto, bem como outros 14 espectadores… Glória e Tragédia na edição de 1961 do Grande Prémio de Itália.
    
     Antes da Formula 1 chegar a Monza para disputar o Grande Prêmio italiano, que ocorreu no dia 10 de setembro daquele ano, o americano Phil Hill e o alemão Wolfgang von Trips discutiam entre si quem é que seria o campeão mundial. Von Trips estava na frente, com 33 pontos, seguido por Hill, com 25 pontos. Os Ferrari Tipo 156 "Sharknose" dominavam o pelotão do Mundial, sem rivais a ameaçá-los, com a exceção dos Cooper e da Lotus, mas um estava distante das suas glórias dos anos anteriores, enquanto que o outro ainda estava no seu inicio de carreira, apesar de terem ganho a sua primeira corrida no começo daquele ano, com Stirling Moss…

[Monza+61.jpg]

     A edição daquele ano do Grande Prêmio italiano iria usar as duas pistas em simultâneo: a normal e a oval, numa mistura dos dois que iria reduzir a corrida em 43 voltas na pista. Nos treinos, os Ferrari dominaram, mas quem levou a melhor foi Von Trips, que fazia a primeira pole-position da sua carreira, seguido de outra surpresa: o jovem prodígio mexicano Ricardo Rodriguez, que com 19 anos, era segundo no grid. O terceiro era Richie Ginther e o quarto era Phil Hill. O primeiro não-Ferrari estava em quinto, era o BRM-Climax de Graham Hill. Jim Clark, na Lotus, era sétimo, e Stirling Moss partia da 11ª posição do grid.

     [1961,+Wolfgang+Von+Trips,+Monza.jpg]

     A partida é lançada e Von Trips perde a liderança a favor de Hill, Ginther e Rodriguez. Entretanto, Jim Clark aproveita e sobe algumas posições. Quando os carros chegam à reta oposta à Parabólica, Clark e Von Trips estão lado a lado, suas rodas se tocam, e o Ferrari do piloto alemão sai da pista e vai desgovernado contra os espectadores. Em ricochete, o Ferrari bate no Lotus de Clark, ferindo-o, mas nessa altura, Von Trips e mais 12 espectadores estavam mortos. Mais duas pessoas iriam morrer mais tarde.


     Por incrível que pareça, apesar da carnificina, a corrida não é interrompida. As autoridades justificaram mais tarde que a ideia era para “deixar as equipes de socorro trabalhar para retirar os feridos”. Se fosse hoje em dia, a corrida seria cancelada. Será? Mas como a corrida continuou, os Ferrari dominavam a seu bel-prazer, embora os dois pilotos americanos da equipe, Ginther e Hill, trocavam a liderança entre si, até que na 14ª volta, Hill apossou-se da liderança para não mais a largar. Na volta 23, Ginther desiste, depois do motor apresentar problemas. Antes, o italiano Giancarlo Baghetti e o mexicano Ricardo Rodriguez tinham desistido por problemas semelhantes.

[Ginther+61.bmp]

     Com isto tudo, quem se beneficia é outro americano: Dan Gurney. A bordo de um Porsche, chega na segunda posição. O terceiro a cruzar a linha de chegada acabou por ser o neo-zelandês Bruce McLaren, num Cooper.

[Gazzetta+61.jpg]

     Assim sendo, com o seu rival morto, Phil Hill conquista o título mundial de 1961, o primeiro de um americano na Formula 1. Contudo, Enzo Ferrari ficou abalado com os acontecimentos e decidiu não enviar nenhum dos seus carros para Watkins Glen, a corrida final do campeonato desse ano, que foi ganha pelo Lotus de Innes Ireland.


Fonte:http://continental-circus.blogspot.com/

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Wolfgang von Trips em Zandvoort (1961): trigésima primeira vitória da Ferrari

    

     A temporada 1961 de Fórmula 1 foi marcada pelo ressurgimento da Ferrari e o primeiro título de um piloto norte-americano, Phil Hill.

     Mas ela também foi caracterizada por um novo desastre. Companheiro de Hill, o piloto alemão Wolfang von Trips sofreu um acidente no GP da Itália que lhe tirou a vida e de outros quatorze espectadores.

     Von Trips estava na luta pelo título quando o acidente aconteceu. Ele terminou o campeonato há apenas um ponto do colega de equipe.
     
     Depois de uma longa espera, os amantes da Formula 1, naquela temporada de 1961, iriam ter em menos de uma semana duas corridas. Depois de Monte Carlo, onde Stirling Moss bateu os Ferrari numa demonstração memórável, máquinas e pilotos rumaram a Zandvoort, apenas seis dias depois da demonstração do piloto britânico no Lotus 18 pertencente à Rob Walker Racing Team.

     Na lista de inscritos haviam entradas e substituições em relação à prova monegasca. Colin Chapman substituia Innes Ireland, ainda machucado do seu acidente nos treinos, pelo seu compatriota Trevor Taylor. Quinze pilotos iriam alinhar na prova holandesa, mais duas inscrições de reserva para Masten Gregory e Ian Burgess. E os inscritos eram praticamente os mesmos de Mônaco, excetuando-se o quarto Porsche, da local Ecurie Maasbergen, guiado pelo Conde Carel Codin de Beaufort.



     E se em Mônaco, o traçado estreito deu possibilidades a Lotus de Stirling Moss, em Zandvoort houve o dominio da Ferrari: Phil Hill fez a pole-position, seguido pelo alemão Wolfgang Von Trips, e outro americano, Richie Ginther, ficou com o terceiro posto. Na segunda fila ficou o Lotus de Stirling Moss e o BRM de Graham Hill, enquanto que na terceira estava o Porsche de Dan Gurney, o Cooper de Jack Brabham e o segundo BRM de Tony Brooks. Fechando o "top ten" ficou o Cooper de John Surtees e o Lotus de Jim Clark.

     A corrida começa com Von Trips sendo melhor do que Phil Hill, que caiu para o terceiro posto quando foi ultrapassado pelo BRM de Graham Hill. O piloto britânico era o terceiro no final da primeira volta, mas cedo perdeu posições para Phil Hill e Jim Clark, que no seu Lotus, fazia uma corrida do fim do grid para a frente. Quarto no final da primeira volta, passa o piloto do BRM e começa um duelo pelo segundo lugar com Phil Hill. Ao longo das várias voltas, os dois pilotos pilotos duelaram pela segunda posição. Atrás, Graham Hill era pressionado pelo Lotus de Moss e o Ferrari de Ginther, mas no final, o americano levou a melhor, pois o piloto do BRM atrasou-se.


     Na frente, Wolfgang Von Trips estava imperturbável, a caminho da primeira vitória alemã desde 1939. Nas últimas voltas, o alemão abrandou o seu ritmo e Hill apanhou-o, mas ficou atrás dele, numa espécie de chegada cerimonial. Von Trips em primeiro, Hill em segundo. Jim Clark era terceiro, no seu Lotus, seguido por Stirling Moss, que batera in extremis o Ferrari de Ginther e o Cooper de Jack Brabham.



     Para finalizar, esta foi uma corrida única: nenhum dos carros presentes foram para os boxes, e todos os quinze pilotos presentes chegaram ao fim do GP. Algo unico que só voltaria a ser repetido no século XXI.

Fonte: http://continental-circus.blogspot.com/2011/05/gp-memoria-holanda-1961.html


terça-feira, 24 de maio de 2011

Tony Brooks em AVUS (1959): vigésima nona vitória da Ferrari


     O Grande Prêmio da Alemanha havia se mudado de Nurburgring para a instalação de (AVUS) Verkehrs Automobil und Ubungs-Strasse, em Berlim.

     Por causa de temores de que haveria problemas com os pneus, foi decidido que a corrida seria disputada em duas baterias.  A Ferrari estava de volta à ação, mas Behra tinha saído  do time, e quem estava correndo era Brooks, Phil Hill, Dan Gurney e Cliff Allison. Behra apareceu em um Porsche Formula 2. A equipe Cooper estava com seu time completo: Brabham, McLaren e Masten Gregory e,  com carros privado de Rob Walker para Maurice Trintignant e Moss.  Na BRM tínhamos Schell, Jo Bonnier e o herói local Hans Herrmann. A Lotus, trouxe para a pista Graham Hill e Innes Ireland.

     O sábado foi ofuscado pela morte de Behra em um carro esporte de corrida. O francês acabou perdendo o controle do carro no meio da curva North e saiu rodopiando seu Porsche, em condições de pista úmida, acabando por bater a cabeça em um poste de bandeira, presente na pista. Ele morreu na hora.


      No qualifying, Brooks obteve a pole e foi seguido por Moss, Gurney e Brabham . Atrás deles, na segunda fila, estavam presentes Gregory, Phill Hill e Bonnier. Brooks assumiu a liderança na primeira bateria, enquanto Moss teve problemas de transmissão. Gregori chegou a liderar momentaneamente, mas depois, Brooks estava na frente novamente. Começou, então, um grande batalha entre Brooks, Gurney e Gregory. Gregory acabou se retirando a cinco voltas do final do GP por uma falha no motor. Com isso, Hill assumiu a terceira posição e McLaren foi o quarto.


     A segunda bateria apresentou um grid composto pelas posições obtidas no fim da primeira bateria. No início, McLaren assumiu a liderança, mas ele foi rapidamente ultrapassado por Phil Hill, Bonnier, Brooks e Gurney. Brooks conseguiu, rapidamente, ultrapassar Bonnier e a Ferrari passou a ocupar a primeira, segunda e terceira posições.

     Hans Hermann da Alemanha sofreu um dos mais espetaculares acidentes da história da F1, ele perdeu o controle de seu BRM na entrada da parte que leva as curvas inclinadas, um pneu estourado foi a causa, Hermann não pensou duas vezes e pulou fora de seu carro. Um ato quase suicida e, apesar do feito, o piloto apenas quebrou dois dedos da mão esquerda.

Gp da Alemanha-Avus 1959


     Quando os tempos foram somados, Brooks ficou à frente de Hill e Gurney. A F1 nunca mais voltaria para Avus e Jack Brabham ganharia seu primeiro título mundial na F1, no final desta temporada.


      Melhores momentos da temporada de 1959 (parte 02):


sexta-feira, 29 de abril de 2011

In Memoriam: Wolfgang Von Trips (10/09/1961)


     Wolfgang Alexander Graf Berghe Von Trips nasceu em 4 de Maio de 1928 em Kerpen-Horrem, na Alemanha. Filho de uma família nobre, começou a correr em 1953, sob o pseudônimo de “Alex Linter”, pois a família opunha-se ao seu entusiasmo pelas corridas. Os seus feitos chamaram a atenção de Alfred Neubauer, o mítico diretor da Mercedes, que o chamou em 1955 para a sua equipe, com a hipótese de correr na Formula 1 em 1956.

     Contudo, após a catástrofe de Le Mans, a Mercedes retirou-se da competição, e Von Trips foi para a Ferrari, onde estreou no GP da Itália de 1956, sem resultados de expressão. Em 1957, correu em três Grandes Prêmios, conseguindo um terceiro lugar em Monza. Esses quatro pontos deram-lhe o 14º lugar na classificação geral. Correu tembém em Sport-Protótipos, onde teve um grave acidente em Nurburgring e, escapou com pequenos ferimentos.

    Em 1958, continuou na Ferrari, onde conseguiu um podium em Silverstone, acabando em 11º lugar na classificação, com 9 pontos. No ano seguinte, concentrou-se mais na sua carreira nos carros Sport, sem pontuar na Formula 1.

[Von+Trips+60.bmp]

     Em 1960, Von Trips foi o primeiro piloto a conduzir um Ferrari com motor traseiro, um conceito que Enzo Ferrari desprezou no inicio, dizendo, ao ver os Cooper de motor traseiro, que “nunca tinha visto uma carroça puxar um burro”. Depois, com esses carros dominando o panorama da Formula 1, rendeu-se à evidência e começou a construí-los. E foi Von Trips que deu à Ferrari a sua primeira vitória, num carro de Formula 2, no GP de Solitude, na Alemanha. Entretanto, era sua melhor temporada de Formula 1 até então, mesmo sem ter subido no podium. Terminou a temporada em sétimo com 10 pontos.


     Em 1961, A Ferrrari tinha construído o Tipo 156 “Nariz de Tubarão”. Era o primeiro carro de Formula 1 com motor traseiro, construído e projetado do zero. O carro revelou-se um vencedor nato e Von Trips consegue ganhar o seu primeiro Grande Prêmio nas areias de Zandvoort, na Holanda, tornando-se o primeiro piloto alemão a ganhar um Grande Prêmio da Formula 1 moderna. Lidera o GP da Bélgica, mas após uma grande batalha com o americano Phil Hill, este leva a melhor. Em seguida, Von Trips ganha a Targa Florio, com o belga Olivier Gendebien, e volta a ganhar em Aintree, no GP da Inglaterra. Após o segundo lugar em Nurburgring, Von Trips e Hill chegariam em Monza quase colados na tabela de pilotos. Quem levasse a melhor, seria o campeão.

     O Grande Prêmio da Itália estava marcado para o fim de semana do dia 10 de Setembro. Nos treinos, Von Trips faz a “pole-position”, batendo Hill. Na primeira volta, o alemão era ameaçado pelo Lotus de Jim Clark, que estava no início de sua carreira. Perto da Parabólica, ambos os carros tocam-se e Von Trips voa em direção da cerca onde estão dezenas de espectadores. O choque é inevitável e em ricochete, o Ferrari desgovernado volta à pista e bate no Lotus de Clark, ferindo-o. O piloto alemão e mais 14 espectadores morrem naquele dia. Ele tinha 33 anos. 

  





     Phil Hill e os restantes Ferraris continuam, sem saber do destino do seu companheiro e rival e ganha a corrida, tornando-se o primeiro americano campeão do mundo. Von Trips é segundo no campeonato, com 33 pontos, duas vitórias, e uma pole-position.

     Na sua carreira na Formula 1, foram 29 Grandes Prêmios, em seis temporadas, duas vitórias, uma pole-position, seis pódios, 56 pontos no total. Foi o vencedor da Taga Florio em 1961 e vice-campeão do Mundo desse ano, o primeiro de dois atribuidos a título póstumo (o segundo seria atribuido 17 anos depois a Ronnie Peterson, que teve o seu acidente fatal também num 10 de Setembro, em Monza...)

 
[Von+Trips.jpg]

     Hoje em dia, há uma estátua sua na cidade de Kerpen, terra natal, mas já não é mais o único filho pródigo da terra. E porquê? Após a sua morte, a familia Von Trips vendeu o pequeno circuito de karts que tinha construido. O seu comprador foi o senhor Rolf Schumacher, que geriu o circuito e deixava os seus dois filhos brincar nos carros, aprendendo as técnicas e mecânicas dos mesmos. Como se chamavam? O mais velho era Michael, o mais novo chama-se Ralf...


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...